Meus primeiros meses trabalhando como desenvolvedora na Jera

Texto por Larissa Marães

Quando iniciei a minha graduação em Engenharia de Computação, eu não tinha muitas expectativas profissionais e muito menos conhecia as empresas de tecnologia da capital. Até que me ingressei em um curso técnico que me trouxe uma visão do mercado de TI. Neste curso, tive a oportunidade de visitar algumas empresas, e uma delas foi a Jera. Foi amor à primeira vista. Desde então, a Jera se tornou uma das empresas em que sempre sonhei em trabalhar.

Te quiero! <3

E então, em um momento perfeito da minha vida pessoal e acadêmica, encontro uma divulgação de vaga de estágio em desenvolvimento na Jera, na qual logo me inscrevi. Foram 4 etapas de processo seletivo, onde em cada uma eu me identificava cada vez mais com a empresa. Em uma das etapas, me enviaram um link onde continha o Culture Code da Jera e nele são apresentados os valores da empresa. Amor ao trabalho, foco no cliente, diálogo aberto, melhoria contínua e valorizar realizações… Ler essas palavras bonitas me pareceu encantador, mas no fundo, eu não tinha idéia de como isso funcionava.

Eu não sei o que é, mas eu tô dentro!

No dia 16 de junho de 2018, iniciou-se a minha jornada na taberna. E com a mentalidade de qualquer noob, eu achava que seria moleza desenvolver software (Sabe de nada, inocente!). Logo no primeiro dia apareceram os desafios. No meio de toda apresentação aos processos da empresa, foi necessário estudar bastante e tomar muitos cafezinhos para entender a fundo como o processo de desenvolvimento de software funciona lá dentro.

Diante dos times de desenvolvimento Web, Android e iOS, eu tinha quase certeza que iria atuar em desenvolvimento Web, pois já tive experiências nessa área, além do curso técnico que fiz. Mas para a minha surpresa, fui alocada no time Android!! O sentimento de desespero tomou conta ao perceber que estava fora da minha zona de conforto. E por conta disso, me empenhei o máximo e estudei sem parar para conseguir realizar minhas entregas. E quando eu achava que já tinha aprendido o suficiente, novos desafios surgiram e eu voltava a me empenhar e estudar. Em poucas semanas aprendi coisas que eu demoraria anos para aprender na faculdade. Em tão pouco tempo me senti estimulada a entender mais essa nova área e me tornar uma desenvolvedora tão boa quantos os desenvolvedores de lá. É melhoria contínua o nome disso, né?

Como me sinto estudando e percebendo que estou melhor do que ontem.

Mas nada como o primeiro app… Primeiro projeto dentro da Jera. Ainda estava aprendendo e me adaptando à todos os processos. “Não tenham medo de errar”, eles disseram. E foi o que eu fiz. Errei MUITO! Como era nova na equipe, pensei que seria tratada como uma mera novata. E por conta disso, eu tinha vergonha (até mesmo medo) de expressar as minhas dificuldades e pedir ajuda. Com isso, aprendi da forma mais dura a importância do diálogo aberto, pois sem ele tive uma semana difícil e falhei na entrega de algumas tarefas, além de prejudicar a minha equipe. Depois disso, passei a explorar mais o diálogo aberto no meu dia-a-dia, buscando entender e expressar ideias. E com isso, criar debates construtivos para solucionar problemas.

Euzinha falhando com a equipe 🙁

Diferente de qualquer trabalho de faculdade, eu não estava fazendo aquilo por uma nota ou aprovação em uma disciplina. Afinal, o que eu estava desenvolvendo fazia parte de algo maior, um produto que tinha investimento de uma pessoa que acreditava na sua ideia. Demorou um tempo para eu perceber isso. E quando percebi, comecei a desenvolver aquilo como se fosse meu produto também. E o resultado disso é incrível! Pois você se sente engajado com o projeto e o time, realiza entregas de qualidade, e melhor ainda, a satisfação do cliente. #FocoNoCliente

Meu app, my precious!!

Na Jera trabalhamos duro, mas quando comemoramos, é pra valer também! Além das reuniões diárias com o time, temos toda sexta uma retrospectiva (chamada carinhosamente de retrô) onde nos reunimos para discutir os pontos a serem melhorados e as coisas boas que aconteceram na semana. Aah… Como eu amo as retrôs! É o momento que temos para juntos fazermos barulho e comemorarmos as pequenas conquistas da semana. E então eu entendi como é bom valorizar realizações. não apenas as suas, mas as dos outros colegas de trabalho também.

E as retrôs são tipo isso…

E diante de todos os valores citados, o amor ao trabalho é o meu favorito. Pois quando eu acho que finalmente entendo o que é amar o trabalho, cada dia que passa eu me surpreendo e amo cada dia mais o que faço. E não só isso, é amar o que faz e amar fazer. E na Jera, com esse ambiente de trabalho maravilhoso, fica cada dia maior o amor que sinto pelo desenvolvimento de software e por essa empresa linda que mal conheço e já considero pakas! <3

 

 

Jera é selecionada para participar do Google Developers Agency Program

Em 2016, o Google criou um projeto pensado exclusivamente para dar suporte dedicado a empresas de desenvolvimento de software, inicialmente apenas na Inglaterra, Índia e Estados Unidos. A ideia é que essas empresas e o Google construam juntos um serviço de qualidade para os clientes que desejam criar um aplicativo. O programa se chama Google Developers Agency Program e até agora 25 empresas em todo o mundo foram certificadas. 

Neste ano o projeto veio também para o Brasil e a Jera foi convidada, junto com outras cinco empresas brasileiras, para fazer parte de um grupo seleto que será beneficiado com o programa. 

É uma grande honra para nós sermos selecionados para a iniciativa, pois a ideia principal do programa é ajudar as empresas a criarem aplicativos e produtos de melhor qualidade, por meio das tecnologias do Google.  E com isso, consigam oferecer os melhores produtos do mercado para seus clientes.

Nós nos mantemos sempre curiosos e com vontade de nos aperfeiçoamos cada vez mais. Por isso, buscamos incansavelmente melhorar os nossos processos, aprender novas técnicas e tecnologias, acompanhando as novidades do mundo digital e nos destacando no mercado.  Então, estamos muito animados com a oportunidade de participar do programa e poder aprimorar o nosso produto.

Benefícios

As empresas participantes do programa serão beneficiadas com:

  • Treinamento nas últimas APIs, tecnologias e melhores práticas do Google;
  • Eventos com conteúdos específicos para agências de desenvolvimento de software;
  • Participação em programas Early Access;
  • Suporte online 1:1 do Google;
  • Review do UX dos aplicativos;
  • Certificação de agências

Para esta certificação é preciso atender a uma série de fatores, incluindo experiência demonstrada no uso de tecnologias do Google e um histórico bem sucedido de construção de aplicativos de alta qualidade. As agências certificadas poderão assim atestar a seus potenciais clientes a expertise e excelência na construção de aplicativos Android.

 

Acompanhe a cantora Marina de la Riva no seu iPhone

A Jera acabou de desenvolver um aplicativo para iPhone da cantora carioca Marina de la Riva, em  um app repleto de conteúdo exclusivo. Acompanhe todas as notícias, lançamentos e novidades da cantora.

Marina de la Riva é uma intérprete brasileira de alma cubana, que une clássicos cubanos com a maresia da bossa nova. Seu pai e seu avô são cubanos que sairam da ilha após a ascensão do ditador Fidel Castro. A família mudou-se inicialmente para Miami e depois para o Brasil. Desde cedo Marina mostrou duas características: o gosto pela música e o charme, que lhe rendeu o apelido de “Mariposa”.


O aplicativo para iPhone da cantora Marina de La Riva já está disponivel na AppStore gratuitamente. Nele você terá acesso ao trabalho da cantora:
– Compartilhe nas redes sociais: Facebook e Twitter
– Escute sua música
– Assista os vídeos
– Confira a agenda dos shows
– Veja suas fotos
– Saiba mais sobre Marina de la Riva

Saiba mais sobre a cantora no Site OficialFacebook e no Twitter

 

como lançar um aplicativo de sucesso

Quer pagar quanto? Guilherme Junqueira responde!

Já na fase Better Jera nossos caminhos se cruzaram com um cara que anda mexendo bastante o doce aqui em Campo Grande, o Guilherme Junqueira. Ele conheceu a Jera e a gente depois que junto com o Daniel Belalian fundaram o grupo StartupMS do qual hoje também participamos ativamente.

E, por conta do encontro de vários interesses em comum, acabou que ele se juntou a nós para trabalhar com os novos negócios! Agora o Guilherme é o responsável pelos novos Leads, Pré e Pós venda dos nossos projetos e produtos.

Estamos muito felizes com os primeiros resultados e em breve vamos divulgar aqui no blog as novidades que estão por vir! Até lá e Seja Bem Vindo Guilherme!

Review JavaOne 2010

O JavaOne é  um dos maiores e mais tradicionais eventos de tecnologia do mundo e acontece desde 1996 nos EUA.

E nunca na história desse país tivemos um JavaOne, mas nesse governo, isso aconteceu” (by Lula). Mais precisamente em São Paulo nos dias 07-08-09/12 juntamente com o Oracle Open World,  e a pergunta que todos queriam fazer era sobre o futuro do Java e quais seriam as intervenções da Oracle para dar continuidade à plataforma.

No início tinha muita gente engravatada, causando um certo choque de cultura com a galera Java, eu achei que estava no evento errado. A estrutura do evento era gigante e o Luciano Castilho fez um vídeo muito legal dos bastidores.

Acredito que a maioria dos participantes do evento se surpreenderam com o tratamento que a empresa está demonstrando com a tecnologia e como foi comentado no blog da Caelum: “Todos os sistemas da empresa são baseados em Java, e a possibilidade deles estragarem com algo diminuiu bastante“.

A galera do JUGMS compareceu, representada por: Edilmar, João BoscoLuciano Castilho e eu. Foi uma verdadeira maratona de discussão, aprendizagem e muito conversa jogada fora :) com esses caras, sangue bom ao extremo.

No primeiro dia …

Foi falado sobre entrega do java 7 para ser lançado no meio de 2011, menos Lambda, Jigsaw, e parte do Coin, deixando algumas promessas para o java 8 que será lançado no final de 2012. Ainda se falou sobre a revolução dos java 7, 8 e 9, tais como simplificação de código (operador diamante e propriedades sem get e set), exploração da computação paralela para aumentar a performance (projeto lambda jsr 335).

O vice-presidente deixou claro que algumas evoluções na tecnologia vieram não para melhorar o desempenho da linguagem Java, mas sim para melhorar a performance de linguagens dinâmicas que rodam na JVM, citando o Bytecode InvokeDynamic como exemplo. Muitas pessoas reclamaram da lentidão na atualização da linguagem, mas na minha opinião, a Oracle está certa em dar continuidade na evolução da plataforma p/ linguagens dinâmicas, não vou me estender sobre isso, o Gilliard fez um post muito legal recentemente sobre:  Será que o Java 7/8 faz falta mesmo?

A próxima versão do JSF 2.1 com um maior número de funcionalidades como o xml livre de especificação e na versão 2.2 trará recursos para a integração com o html 5.0. Já no JPA 2.1 não foi prometido nada demais, apenas algumas melhorias das funcionalidades de Query.

A Oracle não esqueceu do Java ME e sua grande promessa é o java mobile voltado para o mundo web para aproximar cada vez mais da web, Html, javascript em um mesmo ambiente. JavaME morreu? Não, não mesmo, só para termos uma noção, a TIM abriu uma loja ao estilo AppStore para aplicativos JME. Durante o evento nada oficialmente foi comentado sobre Android e o processo que está rolando contra o Google.

No final do dia houve uma reunião dos JUG Leaders conduzida pelo Bruno Souza, onde ficou decidido a criação de uma lista para discussão sobre o Open JDK e uma outra para os JUG Leaders do Brasil para organização das comunidades.

Veja todas as fotos no Flickr

No segundo dia …

Todas as salas do JavaOne estavam lotadas e com muita gente pra fora, o espaço destinado para o JavaOne não conseguiu comportar a quantidade de inscritos, o que causou uma revolta coletiva. Estranho a organização não ter percebido isso antes, foi bizarro. Eu aproveitei bastante para trocar idéia nos corredores e stands da GlobalCode e Caelum.

Arun Gupta, o cara do JavaEE e Glassfish dominou, fez uma excelente palestra sobre JEE e demonstrou de maneira muito simples como montar um Cluster com Glassfish. Em uma outra palestra ele falou sobre JSF 2 e CDI.

O Vinícius Senger apresentou “Automatizando sua casa usando Java, JAVAME, JAVAFX e Open Source Hardware” e deu um verdadeiro show de criatividade e reais oportunidades de mercado.

Algo que chamou bastante atenção também foi o stand da TOTVS que demonstrava um produto deles chamado Sticker Center, é algo parecido com uma AppStore só que para TV Digital, onde será disponibilizada várias aplicações desenvolvidas em “Ginga”. Eles mostraram dois casos bem legais que fizeram para a Rede Globo, veiculando uma enquete durante jogos da copa do mundo e novelas.

No fim do dia teve um debate de altíssimo nível sobre frameworks web, promovido pela comunidade, onde alguns representantes falaram sobre o que mais gostam de usar e porque, sem aqueles ataques sem sentido de que o “meu framework é melhor que o seu, porque o seu é uma *$%!- mesmo eu nunca tendo usado”.

No terceiro dia …

Tivemos alguns destaques, Paulo Silveira falou sobre Servlet 3.0 e o AJAX Push, demonstrou uma demo bem legal explicando as reais vantagens. Guilherme Silveira falou sobre como criar sistemas com JAX-RS e o futuro de implementações pensando como REST. Para encerrar o evento Bruno Souza e Fabiane Nardoni falaram sobre o “Futuro do desenvolvedor”, um pouco das tendências da comunidade em geral.

Enfim …

Fiquei com a impressão que tem tudo para dar certo o casamento da Oracle com comunidade Java. Porque digo isso?

Acredito que a Oracle tem um “TIME” de BUSINESS muito melhor do que a SUN; Somando-se a isso uma comunidade antenada e não fechada só em “seu mundinho” (eu insisto em acreditar nisso).