Design além do visual: uma ferramenta para impulsionar seu negócio

Por ser uma área relativamente nova, em especial no campo da TI, o papel do design tende a ser mal interpretado por muitos. Ele acaba sendo associado principalmente às questões visuais. Embora muito importante, o visual é apenas parte das muitas áreas contidas nessa competência.

Gosto de pensar no design, como um todo e não só a parte visual, um diferencial do nosso trabalho e, em todas as fases se mostra muito presente: do entendimento à modelagem, passando pelas definições de negócio e validação até, finalmente, trabalharmos questões estéticas e de usabilidade.

Em vista disso, resolvi escrever este artigo para falar rapidamente sobre as competências do design que utilizamos e suas atribuições. Então tente pensar em design como uma ferramenta para resolução de problemas, ao invés de meramente arte.

“Qual é o problema que queremos resolver?”

Descoberta

Normalmente, quando recebemos novos projetos, o cliente nos apresenta uma solução para algum problemas existente no mercado que ele gostaria de transformar em aplicativo.  Um bom designer resiste à tentação de sair desenhando belas telas e já no início faz a pergunta mais importante de todo projeto: “Qual é o problema que queremos resolver?”.

Muitas vezes essa é a única pergunta que precisa ser feita para sabermos se aquele empreendimento é promissor ou não.  Se o cliente não consegue responder é sinal que a solução está comprometida, ou seja, tem grandes chances do negócio morrer no momento em que for lançado. Afinal, se ninguém compartilha de uma dor não há problema, e se não há problema, para que precisaríamos de uma solução?

Para responder a esta pergunta fundamental existem diversas metodologias, tais como UX (User Experience) research, Lean Startup Canvas e, a que utilizamos aqui na Jera, Lean Inception do Paulo Caroli, autor do livro Direto ao Ponto. Todas compartilham fundamentos comuns ao Design Thinking, que consistem em definir o problema, gerar empatia nos profissionais envolvidos no desenvolvimento do projeto, imaginar soluções para o problema, prototipar e validar a solução.

Do resultado final deste trabalho saem duas possíveis conclusões igualmente benéficas:

  1. Não existe problema e a ideia não deve seguir em frente;
  2. Existe problema real que as pessoas gostariam de ter resolvido, acompanhado de algumas possíveis soluções.

Em ambas situações todos saem ganhando. Pode-se evitar o investimento de tempo e dinheiro em um software que não gera valor e não tem clientela. Ou pode-se vislumbrar se a solução gerada trará retorno satisfatório e quais são os requisitos mínimos para possibilitar a operação da empreitada.

Assinatura

Se a ideia seguir em frente, passamos então para a etapa de branding. Nesta fase, nascem não apenas os logotipos, mas também a personalidade e a voz de uma empresa. O objetivo é entregar uma apresentação visual mais coerente do negócio que está surgindo.

Não que seja impossível desenhar uma bela logo sem um complexo estudo de mercado, muito pelo contrário. Mas designers experientes farão uma série de perguntas e estudos para construir um ícone que tenha tudo a ver com a imagem que a empresa deseja passar aos consumidores.

Na Jera, a maioria dos nossos projetos são de novos negócios. Por isso, formatamos um processo reduzido de branding para ajudar a ganhar tempo sem deixar a harmonia de lado.

No resultado final desse trabalho, entregamos o estudo da personalidade, aparência e voz da marca. Também é definido como ela se relaciona com o mercado, sem esquecer, obviamente, do logotipo.

Arquitetura

Considerando que as duas etapas anteriores estão bem resolvidas, é o momento de definir como funcionará cada tela do aplicativo. Nesta fase, nós iremos decidir como será o fluxo das telas do app e encaixar nele as funcionalidades estabelecidas anteriormente. Isso nos permite completar os objetivos definidos também na descoberta.

Nesse momento, nos preocupamos com os requisitos técnicos, hierarquia de informação, funcionalidades e a quantidade de passos do início ao fim da jornada do usuário. Buscando sempre a simplificação e o menor número de interações possível.

No fim, é entregue um wireframe de baixa fidelidade visual e um fluxograma, que mapeia todas as telas e requisitos do app. O material produzido já pode ser utilizado para testar as interações com o usuário final. Mas deve ser usado principalmente para colher feedbacks valiosíssimos que serão utilizados para melhorar o protótipo antes de passar à próxima fase. Além, é claro, de ser uma importante documentação ao longo do desenvolvimento da interface funcional.

Design de interface

Finalmente, esse é momento que todos esperavam no início! Agora a parte visual poderá ser trabalhada com a segurança de que o problema está resolvido, a identidade foi definida e os requisitos de sistema estão mapeados. Isso, é claro, pensando hipoteticamente, já que o produto ainda não foi testado em ambiente real de mercado para sabermos se a solução é a esperada pelos clientes.

Esse é um trabalho para o designer visual que, ao contrário das outras etapas, trabalha praticamente sozinho. Cabe a ele aplicar todos os conceitos de psicologia da forma, harmonização de cores e linguagem tipográfica para a consolidação de um sistema de design consistente. Esses são conceitos muito mais complexos e que não devem ser chamados de “arte”, uma vez que não são arbitrários, subjetivos ou ainda “feitos para chocar”. Embora existam inúmeros exemplos de interface que são de causar arrepios.

Enfim, teremos aqui um protótipo fiel do que será desenvolvido por nossos programadores.

Conclusão

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São muitas as áreas dentro do design e não convém comentar todas para não nos estendermos no assunto. Entretanto, acredito que as mencionadas aqui compõem o mínimo que uma startup deve se preocupar ao lançar um novo produto, para ser o diferencial na vida de seus consumidores.

Acredito ainda no design como uma ferramenta essencial para potencializar o sucesso de um novo negócio, muito mais do que um mero apelo visual e sempre com aquela primeira pergunta em mente: Qual é o problema que queremos resolver?

Mas e você? Tem algum problema real que precisa ser resolvido? Conte-nos sua ideia e nós ajudaremos a descobrir uma solução. Clique aqui e faça um orçamento conosco! 

 

Texto: Ney Ricardo
Imagem: Dan Saffer’s diagram

Aprenda como conseguir mais acessos para o seu site com SEO

Todo produtor de conteúdo digital deseja que seu site apareça no topo da primeira página do Google.  Mas a alta gama de conteúdos online ao redor do mundo acaba gerando muita competitividade pelas primeiras posições nos sites de busca.

Pensando nisso, existe o Search Engine Optimization (SEO), que são técnicas usadas na construção de um site ou blog. Elas proporcionam um melhor ranqueamento e pontuação para o seu negócio. Portanto, saber como utilizar as técnicas de SEO é o básico que todo produtor de conteúdo precisa para ter sucesso no seu site e atrair cada vez mais visitantes através do Google e outras plataformas de busca!

Se não existisse SEO, navegar na internet seria algo como um apocalipse digital. Todos os conteúdos seriam mostrados de forma aleatória, sem qualquer tipo de classificação, categoria ou ranqueamento. Seria muito difícil, por exemplo, encontrar o conteúdo desejado com boa qualidade.

Ok, entendemos até aqui que SEO é extremamente importante, certo?! Mas como otimizar o seu conteúdo com essas técnicas e aparecer na primeira página do Google?

Técnicas de SEO para otimizar seu site

São diversas as técnicas para deixar seu site de acordo com os padrões do SEO.  Implementar todas, de maneira correta, fará com que o seu conteúdo possua uma boa pontuação e ranqueamento. Algumas dessas técnicas são:

Conteúdo:  É essencial criar um conteúdo de qualidade, atualizado, organizado, padronizado e com boas descrições. O mais indicado é que o seu texto contenha materiais multimídia, ou seja, imagens e vídeos. Esses elementos de mídia fazem com que o seu usuário se sinta mais confortável ao navegar no site. 

Palavras-Chaves: Adquirir palavras chaves específicas e condizentes com seu conteúdo é fundamental para obter um bom ranqueamento. Para conseguir uma boa pontuação, é necessário que você repita diversas vezes durante sua página o foco principal do seu conteúdo.

Digamos que você tem um blog sobre culinária e um dos seus conteúdos é sobre como fazer bolo de chocolate com morango. As palavras bolo de chocolate com morango devem ser ditas diversas vezes durante o texto.

Desta forma sua palavra-chave ganhará densidade. Quando os algoritmos de pesquisa indexarem a sua página, saberão que ela se trata de “como fazer bolo de chocolate com morango”.

Mas cuidado para não exagerar, pois  terá punição. Você precisa repetir as palavras, mas de uma forma mais natural e fluída, não apenas jogadas na página. 

URLS Amigáveis:

Criar URLs intuitivas e com uma boa descrição do que seu conteúdo está fornecendo é essencial para ranquear bem a sua página. Por isso, as suas URLs precisam ser intuitivas e dizer sobre o que se trata seu site.

Veja na imagem abaixo alguns exemplos de URLs boas e ruins para o ranqueamento do conteúdo.

url-seo

Observe que nas URLs indicadas conseguimos entender qual é o conteúdo da página a partir do texto na primeira barra. As URLs não amigáveis são bastantes confusas e não informam sobre o que a página está oferecendo para o usuário.

Portanto, preste muita atenção na hora que for gerar suas URLs. Vale destacar também que elas são a primeira coisa que os algoritmos de buscas da Google analisam quando acessam sua página. Uma dica é você utilizar a sua palavra-chave principal na URL da sua página para otimizar melhor o seu conteúdo.

Experiência de usuário: Atualmente a experiência do usuário é tão importante quanto as técnicas citadas acima. Quando se trata deste assunto, os algoritmos de busca consideram vários fatores na hora de analisar se o seu conteúdo promove uma boa experiência para o internauta.  Eles são:

  1. Velocidade e otimização: é extremamente importante que seu site seja veloz e otimizado. Isso é, bem avaliado pelos usuários, pois conseguem navegar de forma fluída e rápida, e também pelos mecanismos de busca do Google e outros sites de pesquisa.
  2. Segurança: é indicado que o seu site proteja os dados e a conexão dos usuário. As melhores formas de fornecer esta proteção é obtendo o certificado SSL e implementando o protocolo HTTPS.
  3. Responsividade: quando criar um conteúdo digital, analise se o mesmo consegue se adaptar para dispositivos de diversos tamanhos, sem acontecer uma quebra do contexto da sua página. 
  4. Link building: link building acontece quando os sites bem visados começam a colocar o link do seu conteúdo no texto deles. Ou seja, recomendando o seu blog ou site, e fazendo de você uma referência quando se trata daquele assunto.

Ei ai, Gostou das dicas? Conseguiu entender até aqui?
Agora é com você! É hora de colocar em prática tudo o que aprendeu aqui e aumentar o número de acessos ao seu site!!

 

Texto: Vinicius da Silva
Imagem: Carol Pedrini

Ebook Gratuito: 6 dicas para lançar o seu aplicativo com sucesso

Quer lançar um aplicativo, mas não sabe como?! Não se preocupe, estamos aqui para te ajudar!!

A venda de smartphones aumenta a cada ano no mundo e esse crescimento fez com que, consequentemente, o mercado de aplicativos também crescesse junto.

Todo ano vemos novos empreendedores se aventurando neste segmento, lançando novos produtos e conquistando diversos públicos. Ideias geniais que facilitam a vida das pessoas surgem a todo instante, tornando cada vez mais acessível a tecnologia no nosso dia a dia.

Mas apenas ideias boas não garantem que o empreendedor consiga sucesso na hora de lançar um aplicativo, certo?

Pensando nisso, nós preparamos um eBook com 6 dicas que ajudarão você a lançar o seu app com sucesso no mercado!

Tópicos sobre como lançar um aplicativo que você verá neste ebook:

  • Por onde começar para lançar um app
  • Importância do design
  • Investimento necessário
  • Plataforma nativa x hibrida
  • Como se destacar no mercados de apps

ebook gratuito sobre lançar um aplicativo

 

 

Como funciona a Cultura Organizacional de uma empresa

A cultura organizacional de uma empresa, também chamada de cultura corporativa, é algo único de cada organização. Ela é o que determina como cada membro da equipe irá agir e pensar dentro da empresa. Ela é uma ferramenta importante para conseguir fazer uma gestão de pessoas eficiente.

Mas antes de falarmos sobre a importância da cultura organizacional, precisamos entender primeiro sobre onde ela está inserida. Por isso, vamos começar compreendendo o que é gestão e como ela é dividida.

Gestão

Que a gestão é uma prática essencial na vida de uma empresa para alcançar resultados é óbvio, mas você sabe como ela funciona? Então vamos lá!

Gestão é o ato de gerenciar os recursos de uma organização de maneira eficiente para alcançar as metas. Ela é divida em quatro partes diferentes, como você pode ver na imagem abaixo:

cultura organizacional de uma empresa
A gestão influencia na cultura organizacional de uma empresa.
  • Estratégia: É o conjunto de diretrizes utilizadas para alcançar um objetivo específico. Ex: Treinamentos e capacitações, Inbound Marketing, etc.  
  • Estrutura: É a parte física da empresa, necessária para o bom funcionamento de todas as atividades. Ex: Mesas, computadores, cadeiras, etc.
  • Tecnologia: São as ferramentas focadas na melhoria das atividades ou processos dentro da empresa. Ex: Sistemas automatizados, linguagens de programação, etc. 
  • Pessoas:  São o corpo e o espírito da empresa. É o pilar principal e aquele que exige maior atenção e cuidado. Ex: Analistas, Estagiários, CEO, etc. 

Esses quatro pontos de gestão influenciam na formação da cultura organizacional de uma empresa. Essa cultura nada mais é que o “fenômeno” formado pela complexidade das pessoas. E isso incluí seus conhecimentos, hábitos, rituais, valores morais e éticos.

Bem, agora você já entendeu o que é gestão e como a cultura se encaixa dentro dela. O próximo passo é entender mais sobre cultura e como ela pode gerar mais resultados para o seu negócio.

Divisão da cultura organizacional

O PhD em Psicologia Social por Harvard e professor de Gestão na Sloan School of Management do MIT, Edgar Schein, definia a cultura organizacional como o conjunto de características e fatores que diferenciam as empresas uma das outras, sendo a cultura corporativa dividida por três níveis distintos:

  1. Artefatos: A estrutura física da organização.
  2. Normas e Valores: Estratégias, objetivos e filosofias
  3. Pressupostos: Crenças, pensamentos e sentimentos. Tudo aquilo que determina os valores e a forma de agir.

A cultura organizacional de uma empresa na prática

Mas de que forma toda essa teoria realmente influencia o meio empresarial?

Estamos cientes que passaremos uma boa parte da nossa vida no trabalho, agora imagine passar quase todo o seu dia em um local que não te agrada, com um ambiente ruim e com valores e objetivos diferentes dos seus. Parece ruim, não?

Toda essa explicação teórica de cultura organizacional pode ajudar tanto na motivação e no desenvolvimento dos funcionários quanto na produtividade de uma empresa.

Como disse acima, a cultura organizacional de uma empresa é dividida em três níveis distintos. O primeiro deles, os artefatos, se refere a estrutura física da sua organização. Ou seja, é necessário que a sua empresa ofereça um ambiente bem iluminado e confortável para a sua equipe, com as condições necessárias para o trabalho e que ofereça as condições ergonômicas necessárias. Esses aspectos são o mínimo necessário para um bom ambiente, sendo a base que sustenta o restante dos pontos principais.

O segundo tópico refere-se as normas e valores da organização. Ele envolve trabalhar em algo que você acredita ou que tenha propósitos parecidos. Isto é extremamente importante, pois uma empresa que valorize as realizações e conquistas, até mesmo as pequenas, e que foque seus investimentos em desenvolvimento de pessoas, com foco nas ações alinhadas aos valores e à missão, consegue de forma estratégica gerar mais motivação e identificação dentro dela.

O terceiro ponto citado é o dos pressupostos, que são os itens principais dentro da “forma de ser” de uma empresa, representados por tudo aquilo que é intangível. Isso quer dizer, é a forma de comportamento, o modo de agir, os sentimentos compartilhados pelos membros da organização e que geram impacto positivo. Levam tempo, energia e muito engajamento para serem construídos, porém é a singularidade da empresa, algo que não pode ser copiado.

O conjunto que forma a cultura organizacional, pode ser um grande problema caso não seja construído ou não se dê importância da forma correta, assim como pode se transformar nos pilares da companhia, tornando a empresa positivamente diferente das demais, mostrando que os discursos e valores não são discursos vazios ou cartazes nas paredes, mas sim a principal fonte para o sucesso de uma organização.

Texto: Claudio Tadashi

 

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Jera é selecionada para participar do Google Developers Agency Program

Em 2016, o Google criou um projeto pensado exclusivamente para dar suporte dedicado a empresas de desenvolvimento de software, inicialmente apenas na Inglaterra, Índia e Estados Unidos. A ideia é que essas empresas e o Google construam juntos um serviço de qualidade para os clientes que desejam criar um aplicativo. O programa se chama Google Developers Agency Program e até agora 25 empresas em todo o mundo foram certificadas. 

Neste ano o projeto veio também para o Brasil e a Jera foi convidada, junto com outras cinco empresas brasileiras, para fazer parte de um grupo seleto que será beneficiado com o programa. 

É uma grande honra para nós sermos selecionados para a iniciativa, pois a ideia principal do programa é ajudar as empresas a criarem aplicativos e produtos de melhor qualidade, por meio das tecnologias do Google.  E com isso, consigam oferecer os melhores produtos do mercado para seus clientes.

Nós nos mantemos sempre curiosos e com vontade de nos aperfeiçoamos cada vez mais. Por isso, buscamos incansavelmente melhorar os nossos processos, aprender novas técnicas e tecnologias, acompanhando as novidades do mundo digital e nos destacando no mercado.  Então, estamos muito animados com a oportunidade de participar do programa e poder aprimorar o nosso produto.

Benefícios

As empresas participantes do programa serão beneficiadas com:

  • Treinamento nas últimas APIs, tecnologias e melhores práticas do Google;
  • Eventos com conteúdos específicos para agências de desenvolvimento de software;
  • Participação em programas Early Access;
  • Suporte online 1:1 do Google;
  • Review do UX dos aplicativos;
  • Certificação de agências

Para esta certificação é preciso atender a uma série de fatores, incluindo experiência demonstrada no uso de tecnologias do Google e um histórico bem sucedido de construção de aplicativos de alta qualidade. As agências certificadas poderão assim atestar a seus potenciais clientes a expertise e excelência na construção de aplicativos Android.