Ebook Gratuito: 6 dicas para lançar o seu aplicativo com sucesso

Quer lançar um aplicativo, mas não sabe como?! Não se preocupe, estamos aqui para te ajudar!!

A venda de smartphones aumenta a cada ano no mundo e esse crescimento fez com que, consequentemente, o mercado de aplicativos também crescesse junto.

Todo ano vemos novos empreendedores se aventurando neste segmento, lançando novos produtos e conquistando diversos públicos. Ideias geniais que facilitam a vida das pessoas surgem a todo instante, tornando cada vez mais acessível a tecnologia no nosso dia a dia.

Mas apenas ideias boas não garantem que o empreendedor consiga sucesso na hora de lançar um aplicativo, certo?

Pensando nisso, nós preparamos um eBook com 6 dicas que ajudarão você a lançar o seu app com sucesso no mercado!

Tópicos sobre como lançar um aplicativo que você verá neste ebook:

  • Por onde começar para lançar um app
  • Importância do design
  • Investimento necessário
  • Plataforma nativa x hibrida
  • Como se destacar no mercados de apps

ebook gratuito sobre lançar um aplicativo

 

 

Testes de software: como testar seu software corretamente

Existem diversos tipos de testes de software e eles são dividido em três principais categorias: Unitários, de integração e ponta a ponta.

Os testes, muitas vezes esquecidos ou até desprezados, fazem parte do desenvolvimento de todo software que se preze. Se uma falha acontecer na mão de um usuário, você não terá chance para se explicar. E assim, o negócio de alguém pode estar em risco por uma simples bobagem feita no código. Então, a melhor forma de garantir a qualidade do aplicativo que você está fazendo é testando ele.

Mas, afinal, de quem é a responsabilidade de testar a aplicação? É do desenvolvedor? Do analista de teste / tester (responsável por encontrar erros, falhas, bugs e outros tipos de problemas que não foram detectados durante o desenvolvimento de um software)? Do gerente de projeto / PO (profissional responsável por priorizar as atividades que maximizam o valor do produto e garantir o retorno do investimento)? A resposta é: todos. Sim, todos devem testar a aplicação, desde o início do desenvolvimento.

Para evitarmos futuras dores de cabeça e correções relâmpago, a equipe de desenvolvimento de software faz (ou pelo menos, deveria) testes em todas as aplicações produzidas. Testes de software são divididos primariamente em três categorias: unitários, de integração e ponta a ponta.

  • Testes unitários são feitos em partes isoladas do código, para cada componente. É como se testássemos cada “peça” de um aparelho antes de colocá-las. Vamos pensar que estamos montando um carro. Para garantir a segurança e evitar erros antes de unir todas as peças, é preciso testar cada uma delas separadamente. Por exemplo, para ter certeza que o veículo está funcionando normalmente antes de ir para o mercado, você tem que testar separadamente o freio, o volante, o câmbio, etc.
  • Testes de integração são testes unitários feitos em mais de uma parte do código. Eles juntam múltiplos componentes (normalmente 2) e verificam a comunicação e integração entre os mesmos. Este é o teste que garante que a ligação entre as peças está funcionando. Pense no caso do carro novamente: quando você utiliza o volante para dirigir-lo, a roda tem que responder ao pedido e mover o automóvel.
  • Testes de ponta a ponta são testes que validam todo tipo de comportamento possível dentro da aplicação, ou seja, simulam a atividade do usuário final. Se usarmos o exemplo do carro, esse tipo de teste seria dirigir o veículo após tudo estar finalizado, como se fosse o usuário normal. Garantindo assim que todas as peças do produto final e as comunicações entre elas estão funcionando corretamente.

Apenas os testes de ponta a ponta bastam?

Ora, mas se testes de ponta a ponta simulam um usuário real, então, em teoria, é a melhor escolha:

  1. O desenvolvedor fica feliz, afinal a responsabilidade de testar não é dele
  2. O analista de teste fica feliz, pois consegue testar simulando um usuário real, então seus testes de software são mais valiosos
  3. O gerente do projeto / PO fica feliz, pois isso vai garantir que o usuário final terá uma experiência melhor

MAS, infelizmente, não é bem assim que funciona. Se dependermos apenas de testes de ponta a ponta, o procedimento ficaria algo mais ou menos assim:

  1. O desenvolvedor faz uma feature/versão e passa para o tester do seu projeto
  2. Se o tester encontrar algum bug, ele cria um relatório do erro, e o desenvolvedor é notificado
  3. O desenvolvedor verifica o erro, checa o código, e corrige o bug
  4. Após toda a validação, uma versão de produção é lançada e enviada ao cliente

O que foi vantajoso nesse processo?

  • Erros que afetariam diretamente o usuário final foram detectados e corrigidos.

O que houve de errado nesse processo?

  • Os desenvolvedores tiveram que esperar o relatório de bugs para poder resolvê-los;
  • Bugs pequenos podem estar escondidos atrás de bugs maiores;
  • Encontrar a causa dos bugs pode levar um bom tempo.

Obtenha um procedimento mais efetivo

A melhor forma de conseguir sucesso durante o processo é utilizando testes unitários:

Testes unitários são testes de software feitos em partes isoladas do código, verificando métodos e funcionalidades específicas de um componente. Por estarem isolados, é muito mais fácil encontrar e corrigir erros. São testes rápidos e confiáveis.

O grande problema dos testes de software de ponta a ponta é a espera – você não sabe do erro até que ele ocorra na mão de um possível usuário, ou seja, quando já é tarde demais. Testes unitários conseguem ser precisos, ou seja, você sabe o que deu errado com mais precisão, sem esperar chegar ao usuário.

Apesar de todas essas vantagens, há uma coisa que o teste unitário não faz: simular um usuário real.

Evite possíveis bugs

A melhor maneira de nos prevenirmos contra bugs no desenvolvimento é utilizar cada teste corretamente e também usar o nosso tempo durante este processo de forma mais eficiente.

Por isso, utilizamos a pirâmide de testes de software proposta pela Google:

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A sugestão é que se faça uma divisão de 70/20/10, ou seja:

  • 70% de testes unitários;
  • 20% de testes de integração;
  • 10% de testes de ponta a ponta.

Isso serve para tentar sempre evitar uma pirâmide invertida (focada em testes de ponta a ponta), ou em formato de ampulheta (foco em testes unitários e ponta a ponta, mas nenhum em integração).

Texto: Leonardo Miyagi
Imagem: Rafaela Brum

*Este texto foi baseado em um artigo publicado pela própria Google, falando sobre testes de ponta a ponta (End-to-End Tests): https://testing.googleblog.com/2015/04/just-say-no-to-more-end-to-end-tests.html

Como lançar um aplicativo de sucesso no mercado

A era digital chegou e com ela a busca em facilitar os serviços que nós utilizamos no nosso dia a dia. Hoje os aplicativos tomam a frente quando se trata de otimizar e inovar nas ações diárias das pessoas. Por exemplo, não precisar mais ir ao banco e ter a facilidade de realizar as atividades que levariam horas em minutos na tela do seu Smartphone. Ou até mesmo, você se lembra qual foi a última vez que você ligou para pedir um táxi? 

Um estudo feito pela Kantar Worldpanel Comtech mostrou que 56% da população brasileira usava Smartphone no primeiro semestre de 2016, em comparação com 6% no ano de 2012,  e esse número só cresce. Os preços dos aparelhos estão cada vez mais acessíveis e com o crescimento pela busca de um celular mais moderno, vem também a busca por funções e facilidades melhores. Dê uma olhada nesses dados sobre de que forma e para que uma pessoa utiliza seu celular atualmente:

utilidades

Os tempos mudaram e agora se uma empresa não inova, não investe na tecnologia, ela fica para trás.  Afinal, isso é essencial para conquistar novos clientes, melhorar seus processos, lançar novos produtos, agilizar o atendimento, entre outros. Então, se você já pensou em investir na área de apps, aqui estão alguns pontos que precisa saber.

Como tirar a minha ideia do papel?

Assim como em todo segmento do mercado, a concorrência na área dos aplicativos é grande. Muitos projetos acabam não indo para a frente porque não correspondem à realidade do que as pessoas realmente necessitam.

A primeira coisa a se fazer antes de começar a produzir o seu app, é saber se a sua ideia resolve algum problema e descobrir se as pessoas necessitam da mesma. A melhor forma de fazer isso é através de uma pesquisa com o público. E também verificar se o que você quer produzir seria algo que eles usariam.

Antes de lançar algo, é essencial que o empreendedor primeiro valide-o através de um Mínimo Produto Viável (MVP). Isso quer dizer, desenvolver um produto apenas com as funcionalidades essenciais para lançar de imediato no mercado. Gastando assim menos tempo, investimento e esforço. É preciso também verificar se ele será utilizado pelas pessoas ou se realmente é uma necessidade. Se não for, é necessário adaptá-lo para a realidade dos consumidores.

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Mas por que começar pelo MVP?

É extremamente importante para os negócios que ainda não estão estabelecidos no mercado começar com um MVP! Imagine assim, você tem uma ideia e acredita que fará muito sucesso (e deve acreditar mesmo), e devido a isso, investiu muito para fazer o produto perfeito, com todas as funcionalidades que você quer fazer. Mas na hora de lançá-lo, não era uma necessidade do seu público. Ou então, as pessoas acharam ele muito complexo ou confuso e por isso acabou não sendo vendido ou utilizado.

Todos devem confiar na capacidade dos seus projetos, mas não basta só o empreendedor ver esta necessidade, é preciso que o mercado enxergue isso também.

Vamos imaginar um segundo cenário, onde o empreendedor antes de começar com a produção, fez uma pesquisa e verificou se há necessidade. Após isso, ele criou um MVP com o menor investimento possível baseado nas informações que recolheu. Porém, mesmo assim, acabou lançando algo que não era exatamente o que aquele público precisava ou que é muito complexo e confuso.  Devido a isso, as pessoas não souberam exatamente como usar e assim o projeto não obteve o sucesso pretendido no primeiro momento.

Triste, mas acontece não é? Por isso o MVP é importante, enquanto no primeiro cenário gastou-se mais tempo e dinheiro, no segundo cenário, o empreendedor errou antes e gastou pouco. Com isso, ele pôde utilizar o restante do investimento para refazer o que foi produzido ou aprimorar de acordo com o feedback dos clientes.

Independente do tipo de público que você esteja planejando ter como alvo, sempre antes de investir tudo em algo novo é preciso validá-lo primeiro.  No desenvolvimento de aplicativos isso não é diferente.

Tenho a minha ideia para um app, já posso começar a desenvolver?

Como em qualquer negócio, a primeira coisa que você deve ter para desenvolver o produto é o investimento. No mercado de software esse valor pode variar de 30 a 90 mil reais por plataforma (Web, iOS, Android, etc). Esta variação também acontece de acordo com as funcionalidades que você deseja ter no seu aplicativo.

Quando se trata de desenvolvimento de software, assim como de um edifício, mais importante do que “o que desenvolver” é “como desenvolver”. Por isso, antes de partir para o desenvolvimento de qualquer funcionalidade, é necessário que você comece pelo design dele. Este design irá definir como funcionará o aplicativo, e traçará o fluxo de cada uma das telas do mesmo. Apenas com o design é possível para a maioria das empresas de desenvolvimento de software, inclusive a Jera, passar um orçamento mais preciso.

Na Jera, o período médio para realizar o design é de duas semanas.

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Pense no design como a planta de um edifício, antes de passar para a construção, é preciso você ter este planejamento de como ele irá ficar, para saber qual será a melhor forma ou técnica que o construtor deverá utilizar para fazê-lo. O mesmo é com o desenvolvimento de software! Portanto, o design é a primeira etapa para tirar a sua ideia do papel.

E se você está procurando por investidores, o design das telas será um grande aliado seu. Pois com esses desenhos você pode apresentar algo mais palpável para o seu futuro investidor, algo mais real e visual. E com isso aumentar as suas chances de obter um maior investimento para realizar o desenvolvimento.

Quero começar o desenvolvimento, mas não tenho muito dinheiro. Existe alguma opção mais em conta?

Existem duas formas de desenvolver um aplicativo: híbrido ou nativo. O híbrido é o mais recomendável para quem tem um orçamento limitado ou ainda está validando o produto. Ele é desenvolvido em uma plataforma só (a web) e depois encapsulado para Android ou iOS.  Para utilizá-lo, o usuário deve ter acesso à internet, porque quando ele entra no app, na verdade ele está entrando em uma página da web que foi adaptada para a tela do celular. Mas não precisa se preocupar se isso irá atrapalhar a experiência do usuário na hora de navegar pelo celular. Ele fica parecendo que foi desenvolvido nativamente, mal dá para notar a diferença.

O nativo é aquele que é desenvolvido nas linguagens nativas do Android e do iOS. Normalmente o orçamento para desenvolver este tipo é mais caro que o normal. Isto porque ele é feito em duas plataformas e leva o dobro do tempo, diferente do híbrido.

Mas tenho uma notícia boa, se você quiser lançar rápido a sua ideia, você pode, na maioria das vezes, alocar dois times para desenvolver paralelamente nas duas plataformas e assim otimizar o tempo. Mas saiba que desenvolver um app não é algo que pode ser feito da noite para o dia. Aqui na Jera, por exemplo, leva-se normalmente de 2 a 3 meses por plataforma.

nativoxhibrido

Se o seu aplicativo precisar utilizar funcionalidades nativas do celular, como câmera, GPS, etc, o mais indicado é desenvolver  nativamente. Pois assim, as ferramentas próprias do celular funcionarão melhor e tornarão a experiência do seu usuário mais satisfatória.

É só ter um app para o meu negócio que o sucesso está garantido?

Calma lá, não é bem assim! De fato, este tipo de serviço te ajuda a expandir sua empresa. Só que para isso acontecer, não basta apenas ter a mercadoria, deve também possuir um diferencial. É um erro pensar que só é preciso desenvolver um aplicativo e ele fará dinheiro sozinho. Não se esqueça que a tecnologia é feita para as pessoas. Investir em tecnologia, mas não proporcionar um atendimento qualificado para seus clientes e não aprimorar a forma como eles experimentam o seu produto, de nada adianta.

Junto com a tecnologia, também tem que vir a experiência que as pessoas terão com a sua empresa. E eu tenho certeza que você deseja que ela seja extraordinária!

*Icons created by Guilherme Simoes from the Noun Project

 

Confira o aplicativo do Reclame AQUI

Com quase 15 anos de história, o Reclame AQUI é o maior e mais importante meio de reclamar sobre serviços e produtos de empresas no Brasil. Observando o contexto atual, em que os dispostivos móveis são essenciais na vida das pessoas, surgiu a necessidade de criar um aplicativo para que o consumidor pudesse fazer e acompanhar as respostas de suas reclamações e pesquisar antes de comprar.

O projeto

O desenvolvimento do Reclame AQUI contou com o trabalho de design da própria equipe do site trabalhando em conjunto com nossa equipe de desenvolvimento. Os dados são integrados usando a mesma conta do usuário do site e o envio de notificações push facilitam o acompanhamento das reclamações.

O Reclame AQUI está disponível para download tanto para iOS quanto para Android, que correspondem a quase 90% dos smartphones e alcançam grande parte da população brasileira. Dessa forma, o aplicativo está cumprindo seu papel social de fazer valer os direitos expressos no Código de Defesa do Consumidor, estreitando ainda mais a relação entre as empresas e os consumidores.

Faça o download do Reclame AQUI no seu dispositivo:

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Para saber mais sobre o Reclame AQUI, acesse:

Site do Reclame AQUI

Reclame AQUI no portfólio da Jera

Página do Reclame AQUI no Facebook, com mais de 700.000 curtidas

 

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