Como lançar o seu primeiro aplicativo no mercado?

A era digital chegou e com ela a busca em facilitar os serviços que nós utilizamos no nosso dia a dia. Hoje os aplicativos tomam a frente quando se trata de otimizar e inovar nas ações diárias das pessoas. Por exemplo, não precisar mais ir ao banco e ter a facilidade de realizar as atividades que levariam horas em minutos na tela do seu Smartphone. Ou até mesmo, você se lembra qual foi a última vez que você ligou para pedir um táxi? 

Um estudo feito pela Kantar Worldpanel Comtech mostrou que 56% da população brasileira usava Smartphone no primeiro semestre de 2016, em comparação com 6% no ano de 2012,  e esse número só cresce. Os preços dos aparelhos estão cada vez mais acessíveis e com o crescimento pela busca de um celular mais moderno, vem também a busca por funções e facilidades melhores. Dê uma olhada nesses dados sobre de que forma e para que uma pessoa utiliza seu celular atualmente:

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Os tempos mudaram e agora se uma empresa não inova, não investe na tecnologia, ela fica para trás.  Afinal, isso é essencial para conquistar novos clientes, melhorar seus processos, lançar novos produtos, agilizar o atendimento, entre outros. Então, se você já pensou em investir na área de apps, aqui estão alguns pontos que precisa saber.

Como tirar a minha ideia do papel?

Assim como em todo segmento do mercado, a concorrência na área dos aplicativos é grande. Muitos projetos acabam não indo para a frente porque não correspondem à realidade do que as pessoas realmente necessitam.

A primeira coisa a se fazer antes de começar a produzir o seu app, é saber se a sua ideia resolve algum problema e descobrir se as pessoas necessitam da mesma. A melhor forma de fazer isso é através de uma pesquisa com o público. E também verificar se o que você quer produzir seria algo que eles usariam.

Antes de lançar algo, é essencial que o empreendedor primeiro valide-o através de um Mínimo Produto Viável (MVP). Isso quer dizer, desenvolver um produto apenas com as funcionalidades essenciais para lançar de imediato no mercado. Gastando assim menos tempo, investimento e esforço. É preciso também verificar se ele será utilizado pelas pessoas ou se realmente é uma necessidade. Se não for, é necessário adaptá-lo para a realidade dos consumidores.

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Mas por que começar pelo MVP?

É extremamente importante para os negócios que ainda não estão estabelecidos no mercado começar com um MVP! Imagine assim, você tem uma ideia e acredita que fará muito sucesso (e deve acreditar mesmo), e devido a isso, investiu muito para fazer o produto perfeito, com todas as funcionalidades que você quer fazer. Mas na hora de lançá-lo, não era uma necessidade do seu público. Ou então, as pessoas acharam ele muito complexo ou confuso e por isso acabou não sendo vendido ou utilizado.

Todos devem confiar na capacidade dos seus projetos, mas não basta só o empreendedor ver esta necessidade, é preciso que o mercado enxergue isso também.

Vamos imaginar um segundo cenário, onde o empreendedor antes de começar com a produção, fez uma pesquisa e verificou se há necessidade. Após isso, ele criou um MVP com o menor investimento possível baseado nas informações que recolheu. Porém, mesmo assim, acabou lançando algo que não era exatamente o que aquele público precisava ou que é muito complexo e confuso.  Devido a isso, as pessoas não souberam exatamente como usar e assim o projeto não obteve o sucesso pretendido no primeiro momento.

Triste, mas acontece não é? Por isso o MVP é importante, enquanto no primeiro cenário gastou-se mais tempo e dinheiro, no segundo cenário, o empreendedor errou antes e gastou pouco. Com isso, ele pôde utilizar o restante do investimento para refazer o que foi produzido ou aprimorar de acordo com o feedback dos clientes.

Independente do tipo de público que você esteja planejando ter como alvo, sempre antes de investir tudo em algo novo é preciso validá-lo primeiro.  No desenvolvimento de aplicativos isso não é diferente.

Tenho a minha ideia para um app, já posso começar a desenvolver?

Como em qualquer negócio, a primeira coisa que você deve ter para desenvolver o produto é o investimento. No mercado de software esse valor pode variar de 30 a 90 mil reais por plataforma (Web, iOS, Android, etc). Esta variação também acontece de acordo com as funcionalidades que você deseja ter no seu aplicativo.

Quando se trata de desenvolvimento de software, assim como de um edifício, mais importante do que “o que desenvolver” é “como desenvolver”. Por isso, antes de partir para o desenvolvimento de qualquer funcionalidade, é necessário que você comece pelo design dele. Este design irá definir como funcionará o aplicativo, e traçará o fluxo de cada uma das telas do mesmo. Apenas com o design é possível para a maioria das empresas de desenvolvimento de software, inclusive a Jera, passar um orçamento mais preciso.

Na Jera, o período médio para realizar o design é de duas semanas.

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Pense no design como a planta de um edifício, antes de passar para a construção, é preciso você ter este planejamento de como ele irá ficar, para saber qual será a melhor forma ou técnica que o construtor deverá utilizar para fazê-lo. O mesmo é com o desenvolvimento de software! Portanto, o design é a primeira etapa para tirar a sua ideia do papel.

E se você está procurando por investidores, o design das telas será um grande aliado seu. Pois com esses desenhos você pode apresentar algo mais palpável para o seu futuro investidor, algo mais real e visual. E com isso aumentar as suas chances de obter um maior investimento para realizar o desenvolvimento.

Quero começar o desenvolvimento, mas não tenho muito dinheiro. Existe alguma opção mais em conta?

Existem duas formas de desenvolver um aplicativo: híbrido ou nativo. O híbrido é o mais recomendável para quem tem um orçamento limitado ou ainda está validando o produto. Ele é desenvolvido em uma plataforma só (a web) e depois encapsulado para Android ou iOS.  Para utilizá-lo, o usuário deve ter acesso à internet, porque quando ele entra no app, na verdade ele está entrando em uma página da web que foi adaptada para a tela do celular. Mas não precisa se preocupar se isso irá atrapalhar a experiência do usuário na hora de navegar pelo celular. Ele fica parecendo que foi desenvolvido nativamente, mal dá para notar a diferença.

O nativo é aquele que é desenvolvido nas linguagens nativas do Android e do iOS. Normalmente o orçamento para desenvolver este tipo é mais caro que o normal. Isto porque ele é feito em duas plataformas e leva o dobro do tempo, diferente do híbrido.

Mas tenho uma notícia boa, se você quiser lançar rápido a sua ideia, você pode, na maioria das vezes, alocar dois times para desenvolver paralelamente nas duas plataformas e assim otimizar o tempo. Mas saiba que desenvolver um app não é algo que pode ser feito da noite para o dia. Aqui na Jera, por exemplo, leva-se normalmente de 2 a 3 meses por plataforma.

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Se o seu aplicativo precisar utilizar funcionalidades nativas do celular, como câmera, GPS, etc, o mais indicado é desenvolver  nativamente. Pois assim, as ferramentas próprias do celular funcionarão melhor e tornarão a experiência do seu usuário mais satisfatória.

É só ter um app para o meu negócio que o sucesso está garantido?

Calma lá, não é bem assim! De fato, este tipo de serviço te ajuda a expandir sua empresa. Só que para isso acontecer, não basta apenas ter a mercadoria, deve também possuir um diferencial. É um erro pensar que só é preciso desenvolver um aplicativo e ele fará dinheiro sozinho. Não se esqueça que a tecnologia é feita para as pessoas. Investir em tecnologia, mas não proporcionar um atendimento qualificado para seus clientes e não aprimorar a forma como eles experimentam o seu produto, de nada adianta.

Junto com a tecnologia, também tem que vir a experiência que as pessoas terão com a sua empresa. E eu tenho certeza que você deseja que ela seja extraordinária!

*Icons created by Guilherme Simoes from the Noun Project

Você conhece o Lean Startup? Veja como essa metodologia pode ajudar sua empresa

Lean Startup é um conceito novo para o mercado nacional, mas muitos negócios já tem aderido. Trata-se de uma tendência seguida por startups de todo o mundo, com intuito de apresentar um bom produto ao menor custo possível. Criada pelo americano Eric Ries em seu livro Startup Enxuta, a metodologia Lean Startup visa a identificação dos desperdícios e como eles podem ser eliminados, assim o negócio desenvolve com mais dinamismo, chegando ao ponto adequado para sua implementação.

Como funciona

Eric Ries partiu da premissa de que o atual cenário em que atuam as Startups necessita de mais eficiência e objetividade. Dessa forma, um produto será mais competitivo se o tempo e os recursos necessários forem reduzidos. Isso trará um preço mais competitivo e uma maior interação com o mercado, podendo gerar um crescimento mais rápido. Para criar este produto com o menor custo, a startup deve focar nos desperdícios, seja de tempo ou de dinheiro. Eliminando–os, o crescimento se dará em menor tempo e a empresa conseguirá chegar a um time–to–marketing mais adequado.

Produto Mínimo Viável- MVP

Não necessariamente o produto deve ser barato e sim produzido de maneira economicamente eficiente, mas sem perder sua qualidade ou diferenciais. Por isso, a startup deve criar o que Eric chamou de MVP Minimum Viable Product – (Produto Mínimo Viável).

  •          Minimum representa o produto em seu menor tamanho possível e entregue no menor tempo;
  •          Viable refere-se ao menor valor;
  •          Product refere-se ao produto, que deve ser coerente e útil.

O ideal é que a startup crie o produto e ofereça a um pequeno número de clientes, com o intuito de receber um retorno sobre ele. Existem diferentes estratégias que podem ser adotadas, desde uma promoção até a possibilidade de oferecer o produto de forma gratuita, contudo é preciso pesquisar como o cliente se comportou com o produto e, se possível, fazer pesquisas e questionários para fazer um levantamento do produto, sua receptividade e como melhorá-lo.

Build – Measure – Learn

Ao desenvolver o MVP, os envolvidos devem se basear em previsões e na sua própria experiência, buscando reduzir falhas que podem atrasar o desenvolvimento do empreendimento. Por essa razão, Eric se inspirou no ciclo Build – Measure – Learn (Construir – Medir – Aprender).

Basicamente funciona assim: a startup desenvolve um produto, oferece para um público restrito, mede sua aceitação, o que achou do produto e aprende com ele, por meio de uma interação constante. A partir daí, a startup pode testar mais de uma hipótese de como o produto se encaixa no mercado.

Interação

Nem sempre é fácil encontrar o MVP ideal, principalmente quando se oferece um negócio inovador. Encontrá-lo pode ser fruto de interações, pesquisas, medições, produtos testados com usuários e trabalho árduo. Por essa razão é importante a interação constante com o público. Eric avalia como indispensável a interação com o usuário, uma vez que o seu produto é a solução para o problema dele. Por essa razão é importante criar canais de comunicação e de investigação pertinentes, que podem ser usados para ajudar na elaboração de um modelo de negócio.

Aprendizado

Com essas ações, a startup tem o cenário adequado para crescer, sobretudo quando aliadas ao constante aprendizado. É importante conhecer o produto, o mercado de atuação e o cliente. Assim será possível atender as demandas e aperfeiçoar o produto. Assim como qualquer método de gestão é importante se atentar às mudanças do mercado, ameaças e oportunidades. Assim as chances de sucesso são maiores.

Conheça novas tendências de mercado acompanhando nossa página. Se gostou deste artigo ou ainda tem dúvidas, deixe seu comentário!

Startup é sinônimo de crescimento

As ideias de Paul Graham sobre Startups são de grande importância para empreendedores, que terão uma visão geral de negócio e poderão aprender bastante. Este é um post que mostra alguns dos pontos mais interessantes do artigo publicado no livro Hackers and Painters: Big Ideas from the Computar Age.

O que é uma Startup?

Segundo Graham uma Startup é um empreendimento criado com certa incerteza mas tendo o objetivo de crescer. Não é preciso que seja na área de tecnologia ou tenha fundos, mas sim o crescimento. Essa é uma definição para quem deseja começar o seu negócio, tendo em vista que milhares de empresas surgem todos os dias, mas poucas apresentam uma elevada taxa de aceitação. Por essa razão é preciso esforço dos envolvidos e principalmente um diferencial, pois milhares de empresas nascem todos os dias, mas apenas algumas se destacam.

Barbearia e o Google

Paul usa o exemplo das barbearias e do Google para exemplificar sua tese. Ele afirma que para crescer uma startup precisa vender muito para um grande mercado. Esta é a principal diferença entra uma barbearia e o Google, tendo em vista que uma barbearia não escala. Ela até atende a um público e serve bem seus clientes, mas o problema é que ela atende somente aos clientes locais e tem limites de atendimento. O Google pode atender clientes de qualquer lugar do mundo sem limite de quantidade e por isso pode crescer mais.

Ideias

Começar uma Startup pode ser mais fácil que uma empresa convencional e ela parte do campo das ideias. Partindo dessa premissa, porque não começar com o tipo de maior potencial? Para entender voltamos às barbearias, pois se elas são limitadas também estão protegidas, já que a concorrência é menor. Logo se criar um buscador terá de competir com o mundo inteiro. As limitações até protegem um empreendimento comum, mas em contrapartida limita seu potencial e ainda dificulta ter ideias que o tornem mais atraente.

Para se destacar uma Startup deve oferecer algo novo, que possa ser entregue ao grande mercado. E aí que entra o fator humano, pois eles notam algo a ser explorado onde outros não viram ou que foi esquecido. Os fundadores de Startups de sucesso são diferentes das outras pessoas uma vez que eles podem ver oportunidades óbvias que passaram despercebidas por outras. O esforço também conta, mas no momento que elas começam, grande parte da inovação é inconsciente.

Crescimento da Startup

Basicamente, uma Startup vem com uma solução para determinado problema, como o Google que se tornou uma ferramenta de busca que atendeu ao público em um momento em que os algoritmos não eram suficientes para atender a demanda. Nessa perspectiva, quanto mais pessoas foram beneficiadas com o seu produto ou serviço, maior será sua taxa de sucesso. O crescimento de uma Startup se dá em três fases, sendo a primeira determinada por um período lento de crescimento, até o momento que apresentou a sua solução. A partir daí ela cresce em um período rápido, se tornando uma grande empresa. Após esse ponto a taxa será menor, tendo em vista os limites internos e os limites do mercado que atende. A receita ainda é a “unidade de medida” da Startup.

A melhor coisa para medir a taxa de crescimento é a receita. A próxima melhor, para iniciantes que não estão cobrando, é a de usuários ativos. Isso é um proxy razoável para o crescimento da receita, porque sempre que a startup não comece a tentar ganhar dinheiro, suas receitas provavelmente serão um múltiplo constante de usuários ativos.

Bússola

É importante também que as startups determinem uma taxa de crescimento que possam atingir. Ela pode ser usada para tomar decisões e também para focar em um segmento ou para melhorar seu serviço ou produto oferecido. A necessidade de crescimento pode ser usada também como uma pressão evolutiva. Com um plano de crescimento semanal, por exemplo, os empreendedores tem a oportunidade de ter um desenvolvimento mais adequado e uma ideia melhor que aquela que teve quando começou.

Negócios

Investidores se interessam por Startups por que trazem retorno. Apesar de ser arriscado, o retorno é grande se a ideia der certo. Esses investidores ganham o capital de volta quando há um crescimento, mesmo no caso de dividendos. As Startups levam vantagem, pois podem começar com um baixo investimento e gerar lucro em pouco tempo, aumentando assim, o interesse de investidores. 

E você, já pensou em ter uma Startup? Compartilhe suas ideias com a gente e conheça outros projetos em nossa página!

 

Como usar Push Notifications de uma forma efetiva

As chances de atingir um alvo crescem dramaticamente quando você aponta para ele. Se concorda com essa frase, com certeza está procurando estratégias mobile para atingir seu público-alvo. Nos últimos anos, com a tendência da mobilidade, os aplicativos para smartphones e tablets tornaram-se parte essencial do marketing digital. Através de Push Notifications, você pode entregar para o seu usuário um conteúdo rico, que transfere uma experiência e constrói um relacionamento duradouro.

As notificações push, que significa, em inglês, “empurre”, são capazes de encurtar o caminho entre o emissor e o receptor, uma vez que mandam alertas apenas quando uma atualização do app é feita. De acordo com uma pesquisa feita pela startup Urban Airship, o uso diário de um aplicativo aumenta em até 540% com o envio dessas notificações. A seguir, saiba de forma objetiva o que são Push Notifications e como elas podem ser usadas em uma campanha de marketing mobile.

Mas afinal, o que são notificações push?

Antes de entendermos de fato o que elas são, veremos alguns exemplos que exemplificam as tarefas prestadas pelo push. Pense no seguinte: como você se mantêm informado acerca das mensagens enviadas à sua caixa de e-mail? Isso é bastante simples, pois basta ligar o computador, fazer login e acessar a caixa de entrada e pronto. E se fosse possível melhorar esse canal de comunicação e você recebesse uma alerta em seu celular quando uma nova mensagem chegasse? Todo o processo seria simplificado, e essa é a intenção dos pushs.

Basicamente, essas notificações funcionam como um serviço online em que várias informações são enviadas diretamente de um servidor a um usuário, que é dono da assinatura de um app. Para entender de forma mais clara o seu funcionamento, imaginemos que você esteja sentado em sua sala de estar lendo um jornal, e esteja esperando uma correspondência durante todo o dia. Quando ela chegasse, um alarme soaria e você iria pegá-la, ao invés de fazer incômodas viagens até a sua caixa de correio.

Como essas notificações são utilizadas?

Segundo um estudo da empresa Urban Airship, a taxa de retenção de usuários que recebem alertas foi 93% maior no primeiro mês após o download, onde os apps tiveram uma taxa de abertura 26% maior. E em 2013, a agência AppsGeyser analisou a forma como os seus trinta mil clientes estavam usando as notificações push. O principal uso, com 41%, é para notificar o público sobre novos aplicativos ou versões que acabaram de ser lançadas.

O segundo maior uso, com 24%, é para enviar aos usuários ofertas especiais ou links para uma página na web, as chamadas “notificações patrocinadas”. E em terceiro lugar, com 14%, os pushs foram utilizados para alertas os usuários de um novo conteúdo disponível no aplicativo. O restante foi utilizado para outros fins.

As diferenças do push entre as plataformas mobile

Apesar de funcionarem do mesmo modo, as atualizações de aplicativos podem ser habilitadas de maneiras diferentes em aparelhos Android, iOS e Windows Phone. Abaixo estão as principais diferenças entre as atualizações desses três sistemas.

Android

O sistema operacional desenvolvido pelo Google mantém um canal de comunicação sempre ligado aos seus servidores. Assim, quando um app se conecta à sua conta do Gmail, seu dispositivo móvel passará a receber alertas sobre cada atualização feita. Mas para isso, as notificações devem estar habilitadas, e isso funciona da mesma forma para aplicativos diversos, que oferecerão opções particulares para essa ação.

Windows Phone e iOS.

Para que o sistema de push funcione nesses dois sistemas operacionais, os servidores de cada companhia precisam “permitir” o envio das notificações. E esse é o grande diferencial do Android, pois não é necessário essa permissão dos servidores para a atualização dos aplicativos.

Lembre-se que manter as atualizações via push ativas em seu aparelho pode fazer com que o gasto de energia consumida reduza. Isso porque, ao acessar um serviço de notificações, mais recursos serão usados pelos gadjets.

Para quais fins você utiliza as notificações push? Quantos usuários já foram retidos com essa estratégia mobile? Conte-nos suas experiências nos comentários abaixo!

 

Como está o mercado mobile, digital e social para 2015

Enquanto você lê esse post, centenas de smartphones são comprados e milhões de pessoas acessam a internet pelo celular. E aliando a comodidade e a praticidade, que tal realizar transações financeiras através de apps de bancos, comprar ingressos para um show de rock e fazer pedidos delivery com poucos toques na tela de seu dispositivo móvel? A revolução do mercado mobile foi benéfica para o nosso dia a dia, atraindo a atenção de quase dois bilhões de usuários no mundo todo.

Mas o que esperar do mercado mobile em 2015? As mudanças estão ocorrendo rapidamente, e a cada dia que passa surgem novas ferramentas, aplicativos, plataformas e aparelhos. Embora esse ano não seja bom em termos econômicos, as empresas de tecnologia continuarão investindo nesse mercado e oferecerão diferenciais para os usuários. Veja os resultados da pesquisa Digital, Social e Mobile in 2015, realizada pela We Are Social. 

O uso de smartphones no Brasil e no mundo

Em setembro de 2014, o número de usuários de dispositivos móveis ultrapassou o equivalente a 50% da população do mundo. Com a taxa de crescimento anual de 5%, já podemos prever que até o final de 2015 mais de 200 milhões de aparelhos serão vendidos. Quanto as assinaturas, estão ativas mais de 7 bilhões. Do total de conexões ativas no mundo, cerca de 38% são originadas de smartphones. Quando combinados aos tablets, estes são responsáveis por 38% de todos os acessos as páginas da web em todo o mundo. 

No Brasil, estamos com potenciais 276 milhões de usuários de smartphones, o que representa 135% da população total. Quanto a conexão, 78% da população utiliza um serviço pré-pago, enquanto que 22% usa pós-pago. Cerca de 56% utiliza serviços de banda larga, com tecnologias 3G e 4G. Com relação ao tráfego na internet, 20% é proveniente de smartphones e 3% de tablets.

As compras por varejo em mobile commerce

As taxas de conversão em apps mobile commerce estão cada vez maiores. Embora o comércio mobile esteja pegando ritmo no mundo inteiro, o Reino Unido lidera as compras online através de dispositivos móveis, com quase dois terços da população comprando ativamente. Em segundo e terceiro lugar, Alemanha e Coréia do Sul, com 63% e 62%, respectivamente. Os EUA ficaram em quarto lugar, com 56%.

No brasil, 22% dos usuários de smartphones e tablets usaram o aparelho para pesquisar um produto, e 15% realizaram uma compra. Os computadores ainda lideram as compras por varejo, representando 36% das vendas. 

A disputa incessante dos aplicativos de mensagem

A principal briga do universo mobile em 2014 foi a dos aplicativos de mensagens, que se estenderá em 2015. Facebook Messenger, Line, Whatsapp, WeChat, KakaoTalk e Telegram tentarão dominar o espaço de troca de mensagens e conquistar cada vez mais os usuários. No total, há cerca de 1,65 bilhões de contas em redes sociais em todo o mundo. Nos últimos 12 meses, os aplicativos de mensagens têm relatado mais de 100 milhões de novos usuários ativos mensais.

Na pesquisa, o Facebook lidera o ranking de redes sociais mais utilizadas no Brasil e no mundo, com 1.36 milhões de usuários ativos em janeiro de 2015. Desse total, 83% acessam o serviço através de dispositivos móveis. 

O market-share das principais plataformas

A questão do market-share de mobile para esse ano será endereçada de forma mais profunda: quem são os usuários, onde eles estão localizados e quais smartphones utilizam. Hoje temos aparelhos high-end da Samsung que competem em preço com o iPhone. Em um futuro não tão distante, o Android não será visto apenas como um sistema operacional mobile, pois estará presentes em relógios, carros e Tvs.

Já o iOS possui um Market-share de 11.7%, detendo a maior parte dos usuários mais rentáveis, ou seja, aqueles que gastam mais dentro dos apps. Para a grande maioria dos casos, a questão do sistema operacional como fator decisório da compra torna-se irrelevante. Os compradores vão optar por esse ou aquele aparelho tendo como base o preço, desde que ele consiga acessar o Whatsapp, navegar na internet e fazer ligações.

Os dispositivos “vestíveis” vindo com tudo

Para 2015, a principal ideia é que passemos a vestir tecnologia. Ouviremos bastante a palavra “wearables”, ou dispositivo inteligente que pode ser vestido. Poderemos nos conectar através de relógios, pulseiras, óculos e outros acessórios que são capazes coletar dados sobre a sua saúde, como medir o nível de glicose em seu sangue e calcular a quantidade de calorias queimadas durante o dia. O pioneiro nessa área foi o Google Glass, que provou ser um ótimo produto no ano passado, mas que ainda não está pronto para ser utilizado em larga escala.

No mercado, estão disponíveis também os Smart Watches e Fitness Trackers. Os primeiros permitem que você mantenha o seu smartphone no bolso e veja notificações através de seu pulso. Dessa forma, você pode ver mensagens de texto sem tirar o aparelho do bolso. Já os segundos simplificam os seus exercícios físicos, monitorando seus treinos e exibindo informações sobre sua rotina diária em seu dispositivo móvel ou na tela do próprio dispositivo. 

Gostou dos resultados da pesquisa? Veja os números na íntegra!

Como você está se preparando para essa revolução? Que tal desenvolver um aplicativo mobile para o seu negócio e se destacar no mercado? Conheça a Jera e saiba como podemos ajudá-lo!