Nascimento da Jera – Software Ágil

Jera Software ÁgilÉ com muita satisfação que comunico o nascimento da Jera – Software Ágil! Somos um grupo de profissionais com determinação para fazer as coisas de um modo diferente. Desenvolver software fazendo uso das melhoras práticas Ágeis, buscando sempre a inovação e se espelhando naquilo que vemos de melhor no mercado. A partir de Julho estaremos todos 100% dedicados a esse novo negócio e de portas abertas para receber todos nossos amigos e parceiros (um de cada vez, pois o escritório ainda é pequeno! 😛 ) para tomar um excelente café.

A Jera é formada por Saulo Arruda, Adriano Bacha, Bruno Andrade, Bruno “PorKaria” Fernandes e Jefferson Moreira (JEFFMOR). Todos estamos juntos com o objetivo de oferecer soluções em produtos de software buscando sempre a melhor experiência para nossos usuários. Todos temos nossas habilidades individuais e acreditamos que a soma dessas competências traz os melhores resultados.

Estamos trabalhando no nosso novo blog, presença em redes sociais, visão, escritório, primeiros projetos, enfim, tudo aquilo que acreditamos ser necessário para começar com o pé direito. Conforme as coisas forem andando a gente divulga maiores informações no twitter e no site (ainda em construção) da Jera.

Por enquanto é isso! Esperamos que em um futuro próximo possamos fazer bons negócios com todos os amigos e parceiros que colecionamos ao longo do caminho!

[]’s e boa semana a todos.

PS: Essa semana estarei em Porto Alegre junto com o Adriano e o Jefferson participando do AgileBrazil. Acompanhe meu twitter para “cobertura” do evento.

Lei trabalhista e trabalhadores

Hoje li mais um artigo bombástico do Ricardo Jordão entitulado “Eu escutei os conselhos de pessoas mais inteligentes do que eu, e ignorei a todos” falando sobre o tema trabalho. Concordo plenamente com a visão exposta por ele no artigo e em breve terei boas novidades publicadas aqui sobre o assunto.

Mas o assunto desse meu post é outro ponto de vista sobre o assunto. Há alguns minutos escutei meu pai reclamando que não tem mais gente querendo trabalhar hoje em dia. Ele é advogado e atende vários processos trabalhistas desde quando já advogava pela empresa dele. Contou o caso que está atendendo de uma construtora que contratou 15 funcionários e destes, 14 entraram com ações trabalhistas alegando um absurdo maior que o outro.

Alguns casos são até engraçados. Um desses 14 foi contratado, levou sua carteira de trabalho para a empresa registrá-lo e nem apareceu no primeiro dia de trabalho. O RH tentou contato, mas o cara não foi encontrado e também não fez nenhum contato. Alguns dias depois, chega uma ação trabalhista acusando a empresa de reter a carteira de trabalho do cidadão, que está com a pensão alimentícia atrasada (o que realmente dá cadeia no Brasil) e está impossibilitado de trabalhar devido a empresa não ter devolvido sua carteira de trabalho. O advogado do cidadão pediu R$ 6.000,00 por “danos morais”. É mole??

Concordo com o mérito das leis trabalhistas quanto ao objetivo de proteger o trabalhador contra empresas exploradoras. Mas pensando que a maioria das empresas do país, e maiores empregadores, são pequenas ou micro-empresas, não vejo muitas histórias de exploração do funcionário pela empresa nesses casos. O que tenho visto com bastante frequência é o empresário reclamando de ações trabalhistas uma mais absurda que a outra. Alías, como meus pais sempre foram empregadores, escuto isso desde criança.

O interessante é que as vezes a gente tenta se colocar no lugar das pessoas. Baixos salários, trabalho insalubre, condições precárias de segurança, nenhuma escolaridade são fatores que só agravam o problema. Mas trabalhando na área de TI, que conta sempre com bons salários (pelo menos maiores que a média nacional), alta escolaridade, boas condições de trabalho, ainda nos deparamos com pessoas querendo tirar vantagem e exigir seus “direitos”. Enfim, … não vou entrar nos méritos desse assuntos, é lamentável.

O ponto que quero focar é que hoje temos mais empregos do que profissionais capacitados para o trabalho. Milhões de pessoas buscando a estabilidade do serviço público com seus altos salários e benefícios, além de um plano de carreira que culmina na aposentadoria sem muito esforço. Não encontrei uma boa maneira de terminar esse post, infelizmente é um assunto que me deixa bastante chateado. Mas disso eu tiro uma lição para mim: Quero equilíbrio, e não estabilidade.