Tributo ao dia do programador

Sempre achei que programadores eram seres superiores. Assim como um médico e um engenheiro, devs têm o poder de transformar coisas e trazê-las à vida, ou algo do tipo…

Desde cedo me interessei por aquele amontoado de silício que mostrava na tela coisas incríveis, com tamanha precisão e velocidade. Imaginava: “Como será que essa máquina faz pra transformar eletricidade em zeros e uns e depois traduzir em imagem para que eu possa interagir com ela?”. Se você parar pra pensar, é bem louco, né?

Corri atrás e me ensinei a falar as diversas “línguas” desse bicho, para que conseguisse dar instruções que automatizassem as tarefas do dia-a-dia.

Frequentemente olham pra mim e dizem que sou nerd ou geek, sinônimos de inteligência, que me ajudam a hackear a barreira social inicial e me infiltrar em novos círculos.

Já até superei o fato dos meus pais não entenderem o meu trabalho. Hoje não preciso mais de desculpas pra não querer estudar direito ou medicina, só porque dão dinheiro. Faço o que amo, sou programador, meu negócio é codar!

Meu trabalho consiste em pegar um monte de dados abstratos e transformá-los em valor real que move pessoas, humanizar a máquina, enfim, resolver todos aqueles problemas que você não tinha.

Nesse mundo virtual eu reino absoluto, sou o criador, modificador, conselheiro, tradutor.


Dia 13 de Setembro é o Dia do Programador. Esse é um tributo que a Jera fez aos programadores que dão o sangue todo dia pra ajudar a tornar o trabalho cada vez melhor!

Veja no instagram as fotos do dia em que comemoramos: #sanguedeprogramador

30 dias e um par de muletas

Como designers, sempre nos gabamos de realizar projetos focados no usuário, com todo aquele blá blá blá sobre heurística, usabilidade, UX, dentre outros termos bonitinhos e complicados que muitas vezes não são explorados o suficiente em nosso trabalho.

Fui capaz de notar isso logo no dia seguinte ao da minha cirurgia no joelho esquerdo. Graças a um futebol de final de semana, dei conta de romper o ligamento cruzado e lesionar o menisco, tudo na mesma partida. Incrível né?

Dentre as instruções do médico, duas deveriam ser seguidas estritamente: “Não pise com esta perna” e “Não dobre o joelho”.

“Ah… Tranquilo…”, pensei. Logo a primeira dificuldade de seguir as recomendações do doutor veio junto com minhas necessidades fisiológicas. Meu apartamento é bem pequeno, consequentemente “sentar ao trono”, para fazer você sabe o quê, foi um exercício de paciência, raciocínio e auto-controle corporal. Fiquei até orgulhoso.

E naquele momento de reflexão, enquanto amaldiçoava mentalmente o arquiteto que desenhou uma porcaria de banheiro com 90cm de parede a parede, tive o insight: “Cara! Que merda de designer que eu sou!”.

Existem tantos aspectos de design com os quais devo me preocupar que normalmente esqueço de um bastante importante: acessibilidade.

Só quem possui uma deficiência física temporária ou permanente, realmente sabe como é complicado querer fazer as coisas que todo mundo faz e simplesmente não poder.

Outra dificuldade foi aprender a usar um par de muletas. Não tem manual de instruções pra esse tipo de coisa e é incrível como todo mundo assume que você já sabe como utilizá-las.

No design de interface funciona da mesma maneira, se você não tem uma dificuldade específica, seja ela visual ou motora, experimente, de alguma maneira, simular estas dificuldades a fim de se tornar um designer melhor e criar produtos melhores.

Com certeza essa experiência mudou minha visão sobre a minha função enquanto profissional de design e como posso levar isso para os meus colegas.

Instalando aplicativos pelo iTunes

Em nosso processo de desenvolvimento de aplicativos iOS, com entregas semanais, costumamos disponibilizar versões dos aplicativos à medida que as funcionalidades são finalizadas.

Como o teste e o feedback do mesmo são importantíssimos para nós, normalmente solicitamos que o cliente instale em seu smartphone ou tablet para abrirmos discussão sobre alterações e melhorias no app.

Normalmente utilizamos uma ferramenta chamada Testflight para facilitar o envio do aplicativo, porém em alguns poucos casos as pessoas enfrentam dificuldades na instalação por problemas adversos.

Por isso, gravamos um vídeo explicando como fazer a instalação do app no celular ou tablet via iTunes, o player de música e gerenciador de conteúdo da Apple.

Acompanhe: Como instalar aplicativos via iTunes

Minimize a carga cognitiva para maximizar a usabilidade

Quando uma pessoa está trabalhando em alguma tarefa, as informações mais relevantes ficam guardadas na memória. A quantidade de informações que precisam ser processadas é chamada de carga cognitiva.

Repare em seu computador: já notou que quanto mais aplicativos ou abas no seu navegador web estiverem abertos, mais lento ele fica?
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