Ebook Gratuito: 6 dicas para lançar o seu aplicativo com sucesso

A venda de smartphones aumenta a cada ano no mundo e esse crescimento fez com que, consequentemente, o mercado de aplicativos também crescesse junto.

Todo ano vemos novos empreendedores se aventurando neste segmento, lançando novos produtos e conquistando diversos públicos. Ideias geniais que facilitam a vida das pessoas surgem a todo instante, tornando cada vez mais acessível a tecnologia no nosso dia a dia.

Mas apenas ideias boas não garantem que o empreendedor consiga sucesso na hora de lançar um aplicativo, certo?

Pensando nisso, nós preparamos um eBook com 6 dicas que ajudarão você a lançar o seu app com sucesso no mercado!

Neste material você aprenderá sobre:

  • Por onde começar para lançar um app
  • Importância do design
  • Investimento necessário
  • Plataforma nativa x hibrida
  • Como se destacar no mercados de apps

ebook gratuito sobre lançar um aplicativo

 

Como funciona a Cultura Organizacional de uma empresa

A cultura organizacional de uma empresa, também chamada de cultura corporativa, é algo único de cada organização. Ela é o que determina como cada membro da equipe irá agir e pensar dentro da empresa. Ela é uma ferramenta importante para conseguir fazer uma gestão de pessoas eficiente.

Mas antes de falarmos sobre a importância da cultura organizacional, precisamos entender primeiro sobre onde ela está inserida. Por isso, vamos começar compreendendo o que é gestão e como ela é dividida.

Gestão

Que a gestão é uma prática essencial na vida de uma empresa para alcançar resultados é óbvio, mas você sabe como ela funciona? Então vamos lá!

Gestão é o ato de gerenciar os recursos de uma organização de maneira eficiente para alcançar as metas. Ela é divida em quatro partes diferentes, como você pode ver na imagem abaixo:

cultura organizacional de uma empresa
A gestão influencia na cultura organizacional de uma empresa.
  • Estratégia: É o conjunto de diretrizes utilizadas para alcançar um objetivo específico. Ex: Treinamentos e capacitações, Inbound Marketing, etc.  
  • Estrutura: É a parte física da empresa, necessária para o bom funcionamento de todas as atividades. Ex: Mesas, computadores, cadeiras, etc.
  • Tecnologia: São as ferramentas focadas na melhoria das atividades ou processos dentro da empresa. Ex: Sistemas automatizados, linguagens de programação, etc. 
  • Pessoas:  São o corpo e o espírito da empresa. É o pilar principal e aquele que exige maior atenção e cuidado. Ex: Analistas, Estagiários, CEO, etc. 

Esses quatro pontos de gestão influenciam na formação da cultura organizacional de uma empresa. Essa cultura nada mais é que o “fenômeno” formado pela complexidade das pessoas. E isso incluí seus conhecimentos, hábitos, rituais, valores morais e éticos.

Bem, agora você já entendeu o que é gestão e como a cultura se encaixa dentro dela. O próximo passo é entender mais sobre cultura e como ela pode gerar mais resultados para o seu negócio.

Divisão da cultura organizacional

O PhD em Psicologia Social por Harvard e professor de Gestão na Sloan School of Management do MIT, Edgar Schein, definia a cultura organizacional como o conjunto de características e fatores que diferenciam as empresas uma das outras, sendo a cultura corporativa dividida por três níveis distintos:

  1. Artefatos: A estrutura física da organização.
  2. Normas e Valores: Estratégias, objetivos e filosofias
  3. Pressupostos: Crenças, pensamentos e sentimentos. Tudo aquilo que determina os valores e a forma de agir.

A cultura organizacional de uma empresa na prática

Mas de que forma toda essa teoria realmente influencia o meio empresarial?

Estamos cientes que passaremos uma boa parte da nossa vida no trabalho, agora imagine passar quase todo o seu dia em um local que não te agrada, com um ambiente ruim e com valores e objetivos diferentes dos seus. Parece ruim, não?

Toda essa explicação teórica de cultura organizacional pode ajudar tanto na motivação e no desenvolvimento dos funcionários quanto na produtividade de uma empresa.

Como disse acima, a cultura organizacional de uma empresa é dividida em três níveis distintos. O primeiro deles, os artefatos, se refere a estrutura física da sua organização. Ou seja, é necessário que a sua empresa ofereça um ambiente bem iluminado e confortável para a sua equipe, com as condições necessárias para o trabalho e que ofereça as condições ergonômicas necessárias. Esses aspectos são o mínimo necessário para um bom ambiente, sendo a base que sustenta o restante dos pontos principais.

O segundo tópico refere-se as normas e valores da organização. Ele envolve trabalhar em algo que você acredita ou que tenha propósitos parecidos. Isto é extremamente importante, pois uma empresa que valorize as realizações e conquistas, até mesmo as pequenas, e que foque seus investimentos em desenvolvimento de pessoas, com foco nas ações alinhadas aos valores e à missão, consegue de forma estratégica gerar mais motivação e identificação dentro dela.

O terceiro ponto citado é o dos pressupostos, que são os itens principais dentro da “forma de ser” de uma empresa, representados por tudo aquilo que é intangível. Isso quer dizer, é a forma de comportamento, o modo de agir, os sentimentos compartilhados pelos membros da organização e que geram impacto positivo. Levam tempo, energia e muito engajamento para serem construídos, porém é a singularidade da empresa, algo que não pode ser copiado.

O conjunto que forma a cultura organizacional, pode ser um grande problema caso não seja construído ou não se dê importância da forma correta, assim como pode se transformar nos pilares da companhia, tornando a empresa positivamente diferente das demais, mostrando que os discursos e valores não são discursos vazios ou cartazes nas paredes, mas sim a principal fonte para o sucesso de uma organização.

Texto: Claudio Tadashi

 

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Jera é selecionada para participar do Google Developers Agency Program

Em 2016, o Google criou um projeto pensado exclusivamente para dar suporte dedicado a empresas de desenvolvimento de software, inicialmente apenas na Inglaterra, Índia e Estados Unidos. A ideia é que essas empresas e o Google construam juntos um serviço de qualidade para os clientes que desejam criar um aplicativo. O programa se chama Google Developers Agency Program e até agora 25 empresas em todo o mundo foram certificadas. 

Neste ano o projeto veio também para o Brasil e a Jera foi convidada, junto com outras cinco empresas brasileiras, para fazer parte de um grupo seleto que será beneficiado com o programa. 

É uma grande honra para nós sermos selecionados para a iniciativa, pois a ideia principal do programa é ajudar as empresas a criarem aplicativos e produtos de melhor qualidade, por meio das tecnologias do Google.  E com isso, consigam oferecer os melhores produtos do mercado para seus clientes.

Nós nos mantemos sempre curiosos e com vontade de nos aperfeiçoamos cada vez mais. Por isso, buscamos incansavelmente melhorar os nossos processos, aprender novas técnicas e tecnologias, acompanhando as novidades do mundo digital e nos destacando no mercado.  Então, estamos muito animados com a oportunidade de participar do programa e poder aprimorar o nosso produto.

Benefícios

As empresas participantes do programa serão beneficiadas com:

  • Treinamento nas últimas APIs, tecnologias e melhores práticas do Google;
  • Eventos com conteúdos específicos para agências de desenvolvimento de software;
  • Participação em programas Early Access;
  • Suporte online 1:1 do Google;
  • Review do UX dos aplicativos;
  • Certificação de agências

Para esta certificação é preciso atender a uma série de fatores, incluindo experiência demonstrada no uso de tecnologias do Google e um histórico bem sucedido de construção de aplicativos de alta qualidade. As agências certificadas poderão assim atestar a seus potenciais clientes a expertise e excelência na construção de aplicativos Android.

 

Testes de software: como testar seu software corretamente

Existem diversos tipos de testes de software e eles são dividido em três principais categorias: Unitários, de integração e ponta a ponta.

Os testes, muitas vezes esquecidos ou até desprezados, fazem parte do desenvolvimento de todo software que se preze. Se uma falha acontecer na mão de um usuário, você não terá chance para se explicar. E assim, o negócio de alguém pode estar em risco por uma simples bobagem feita no código. Então, a melhor forma de garantir a qualidade do aplicativo que você está fazendo é testando ele.

Mas, afinal, de quem é a responsabilidade de testar a aplicação? É do desenvolvedor? Do analista de teste / tester (responsável por encontrar erros, falhas, bugs e outros tipos de problemas que não foram detectados durante o desenvolvimento de um software)? Do gerente de projeto / PO (profissional responsável por priorizar as atividades que maximizam o valor do produto e garantir o retorno do investimento)? A resposta é: todos. Sim, todos devem testar a aplicação, desde o início do desenvolvimento.

Para evitarmos futuras dores de cabeça e correções relâmpago, a equipe de desenvolvimento de software faz (ou pelo menos, deveria) testes em todas as aplicações produzidas. Testes de software são divididos primariamente em três categorias: unitários, de integração e ponta a ponta.

  • Testes unitários são feitos em partes isoladas do código, para cada componente. É como se testássemos cada “peça” de um aparelho antes de colocá-las. Vamos pensar que estamos montando um carro. Para garantir a segurança e evitar erros antes de unir todas as peças, é preciso testar cada uma delas separadamente. Por exemplo, para ter certeza que o veículo está funcionando normalmente antes de ir para o mercado, você tem que testar separadamente o freio, o volante, o câmbio, etc.
  • Testes de integração são testes unitários feitos em mais de uma parte do código. Eles juntam múltiplos componentes (normalmente 2) e verificam a comunicação e integração entre os mesmos. Este é o teste que garante que a ligação entre as peças está funcionando. Pense no caso do carro novamente: quando você utiliza o volante para dirigir-lo, a roda tem que responder ao pedido e mover o automóvel.
  • Testes de ponta a ponta são testes que validam todo tipo de comportamento possível dentro da aplicação, ou seja, simulam a atividade do usuário final. Se usarmos o exemplo do carro, esse tipo de teste seria dirigir o veículo após tudo estar finalizado, como se fosse o usuário normal. Garantindo assim que todas as peças do produto final e as comunicações entre elas estão funcionando corretamente.

Apenas os testes de ponta a ponta bastam?

Ora, mas se testes de ponta a ponta simulam um usuário real, então, em teoria, é a melhor escolha:

  1. O desenvolvedor fica feliz, afinal a responsabilidade de testar não é dele
  2. O analista de teste fica feliz, pois consegue testar simulando um usuário real, então seus testes de software são mais valiosos
  3. O gerente do projeto / PO fica feliz, pois isso vai garantir que o usuário final terá uma experiência melhor

MAS, infelizmente, não é bem assim que funciona. Se dependermos apenas de testes de ponta a ponta, o procedimento ficaria algo mais ou menos assim:

  1. O desenvolvedor faz uma feature/versão e passa para o tester do seu projeto
  2. Se o tester encontrar algum bug, ele cria um relatório do erro, e o desenvolvedor é notificado
  3. O desenvolvedor verifica o erro, checa o código, e corrige o bug
  4. Após toda a validação, uma versão de produção é lançada e enviada ao cliente

O que foi vantajoso nesse processo?

  • Erros que afetariam diretamente o usuário final foram detectados e corrigidos.

O que houve de errado nesse processo?

  • Os desenvolvedores tiveram que esperar o relatório de bugs para poder resolvê-los;
  • Bugs pequenos podem estar escondidos atrás de bugs maiores;
  • Encontrar a causa dos bugs pode levar um bom tempo.

Obtenha um procedimento mais efetivo

A melhor forma de conseguir sucesso durante o processo é utilizando testes unitários:

Testes unitários são testes de software feitos em partes isoladas do código, verificando métodos e funcionalidades específicas de um componente. Por estarem isolados, é muito mais fácil encontrar e corrigir erros. São testes rápidos e confiáveis.

O grande problema dos testes de software de ponta a ponta é a espera – você não sabe do erro até que ele ocorra na mão de um possível usuário, ou seja, quando já é tarde demais. Testes unitários conseguem ser precisos, ou seja, você sabe o que deu errado com mais precisão, sem esperar chegar ao usuário.

Apesar de todas essas vantagens, há uma coisa que o teste unitário não faz: simular um usuário real.

Evite possíveis bugs

A melhor maneira de nos prevenirmos contra bugs no desenvolvimento é utilizar cada teste corretamente e também usar o nosso tempo durante este processo de forma mais eficiente.

Por isso, utilizamos a pirâmide de testes de software proposta pela Google:

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A sugestão é que se faça uma divisão de 70/20/10, ou seja:

  • 70% de testes unitários;
  • 20% de testes de integração;
  • 10% de testes de ponta a ponta.

Isso serve para tentar sempre evitar uma pirâmide invertida (focada em testes de ponta a ponta), ou em formato de ampulheta (foco em testes unitários e ponta a ponta, mas nenhum em integração).

Texto: Leonardo Miyagi
Imagem: Rafaela Brum

*Este texto foi baseado em um artigo publicado pela própria Google, falando sobre testes de ponta a ponta (End-to-End Tests): https://testing.googleblog.com/2015/04/just-say-no-to-more-end-to-end-tests.html

Tutorial de como utilizar o Postman para documentar uma API

Texto: Daivid Silverio
Imagem: Vinicius Rocha

Desenvolver um aplicativo muitas vezes exige algum tipo de integração com outro sistema já existente. Por exemplo, se você quiser que as pessoas comprem o seu serviço por meio do seu app, é preferível que você faça uma integração com uma plataforma de pagamento que está atuando no mercado (IUGU, Mercado Pago, etc). Essas integrações são muito úteis para que o desenvolvedor não precise criar determinada funcionalidade do zero (pagamentos, mapas, login com redes sociais, etc.), e sim, apenas integrar o aplicativo com um serviço já existente. Ou até mesmo se você quiser utilizar no seu app uma plataforma já usada pela sua empresa ou algum banco de dados que você possua. Essa integração é feita por meio do consumo de uma API. E isso também te ajuda a economizar seus recursos na hora da produção.

Nós já entendemos que essa API é necessária quando se trata das funcionalidades que precisam de uma integração com outro sistema. Mas, é necessário que você entenda também como funciona este trabalho na maioria das empresas de desenvolvimento, inclusive aqui na Jera.

Tem dois caminhos para desenvolver este material: você pode alocar a equipe da empresa para desenvolver isso ou fazer por conta própria. Porém, atente-se bem se você escolher a segunda opção, pois cada empresa de desenvolvimento possui algumas regras que devem ser seguidas quando se trata de produzir em conjunto. E o máximo de atenção a isso é essencial para você não perder tempo e dinheiro com algo que depois não poderá ser utilizado.

Na Jera, quando o cliente prefere desenvolver a parte da API, nós fazemos a seguinte exigência: entregar a API documentada e fornecer uma Collection do Postman. Mas para você fazer isso, primeiro você precisa aprender a usar o Postman, certo?  

Postman é uma ferramenta que dá suporte a documentação das requisições feitas pela API. Ele possui ambiente para a documentação, execução e testes de APIs e requisições em geral. O objetivo deste texto é fornecer um tutorial introdutório para a criação de documentações vivas para a sua API por meio da plataforma Postman.

Saiba o que iremos aprender agora:

  • Criar Coleções
  • Criar Pastas
  • Criar Requests
  • Adicionar Parâmetros
  • Adicionar Headers
  • Criar e popular variáveis de ambiente/globais

Como usar o Postman: Criar Coleções

Clique no ícone da pastinha para abrir um formulário para criar a coleção.

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Preencha com o nome desejado para a sua coleção e clique em “Create”. Pronto! Coleção criada! Agora vamos adicionar algumas requests e pastas na sua coleção.

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Como usar o Postman: Criar Pastas

Clique no ícone de reticências para abrir o submenu da Coleção. Clique em “Add Folder” para Adicionar uma nova pasta.

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Escreva o nome da pasta que você acabou de criar e clique em “Create” para salvar. Você pode usar essa funcionalidade para organizar melhor suas requests, de acordo com os recursos ou funcionalidade que sua API provê.

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Como usar o Postman: Criar Requests

Para criar uma request, basta você digitar o endereço da API que você está documentando na barra de endereço e selecionar o método HTTP que será usado na request.

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Para salvar essa request na Coleção, clique em “Save”.

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Um formulário irá aparecer, onde você poderá preencher o nome da request e informar em qual Coleção e Pasta você deseja salvá-la. Finalmente, clique no botão “Save” laranja pra salvar a request.

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Como usar o Postman: Adicionar Parâmetros

Por exemplo, vamos utilizar o POST para localhost:3000/users, que criamos na seção anterior.

Para informar os parâmetros da request, selecione o formato desejado: form-data, x-www-form-urlencoded, raw (Text, JSON, XML etc), binary.

Por exemplo, supondo os parâmetros de criação de um usuário:
name: Test
email: test@test.com
password: 123456

Para testar, basta clicar no botão azul “Send”. O resultado da Request vem na parte de baixo onde está escrito “Response”

Em form-data:

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Em JSON:

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Você pode observar a resposta na aba “Body”, seguida pelos “Cookies” e “Headers” da mesma.

No exemplo, eu criei um header chamado “TOKEN”, para a demonstração.

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Como usar o Postman: Adicionar Headers

Adicionar headers é ainda mais simples do quê adicionar parâmetros. Basta selecionar a aba “Headers”, ao lado de “Body”, logo abaixo a barra de endereço:
imagem-11Criei uma request adicional que exige um token de autenticação para fazer requests a recursos protegidos, como as informações do usuário, neste caso.
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Caso a autenticação funcione, os dados do usuário são retornados. Podemos ver isto na imagem abaixo. 

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Se acontecer o contrário, um erro é recebido, 401 (Unauthorized), que significa que não foi autenticado.

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Como usar o Postman: Criar e popular variáveis de ambiente/globais

Ficar escrevendo todos esses valores para parâmetros e headers pode acabar ficando um pouco tedioso dependendo da sua API. Principalmente, se ela possuir autenticação via tokens que podem mudar.

Para facilitar nossa vida um pouco, podemos fazer uso das variáveis de ambiente e da aba extra “Tests”, encontrada logo abaixo da barra de endereços.

Primeiramente, vamos criar um ambiente. Clique no ícone com uma engrenagem no canto superior direito e logo em seguida, Manage Environments.

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Na janela que aparecer, clique no botão “Add”. Um campo para preencher o nome do novo ambiente irá aparecer. Preencha com o nome desejado e clique em “Add”.

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A partir desse momento você também já pode adicionar as variáveis que eu havia comentado.

Vamos adicionar uma variável chamada “Last User Token”. Clique em “Add” ou “Update” (caso você voltar nessa tela e estiver adicionando novas variáveis).

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Agora vamos voltar na request que havíamos criado na seção “Criar Requests”. Tendo a request selecionada, clique onde está escrito “No Environment” e selecione o nome do ambiente que você acabou de criar.

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Em seguida, selecione a aba “Tests” para começar a facilitar a vida de quem for utilizar sua API.

Nessa aba você pode executar scripts javascript que serão executados após as requests. Assim, você poderá capturar os resultados contidos nos corpos e headers das suas respostas.

Como um exemplo bem simples, vamos capturar o e-mail do usuário contido no corpo da resposta e header TOKEN da mesma.

postman.setEnvironmentVariable(“Last User Email”, JSON.parse(responseBody).email); 
postman.setEnvironmentVariable(“Last User Token”, postman.getResponseHeader(“TOKEN”));

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Agora podemos modificar o método que obtém informações do usuário para usar o header de autenticação. Para isso, utilize o Token salvo na variável de ambiente “Last User Token”

Selecione a request que precisa usar a variável de ambiente. Então, vá até o campo do Header, Parâmetros ou Corpo da Request e utilize a variável usando a notação {{Nome da Variável}} para recuperar o valor salvo.

No exemplo da autenticação, ficamos com: Authorization:Bearer {{Last User Token}}

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Podemos usar esse mecanismo não apenas nos parâmetros, mas também nos parâmetros/corpos das requests.

Ex:

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O postman também te possibilita salvar suas requests e coleções na nuvem. Ele também tem a capacidade de importar/exportar Coleções via um link único ou um arquivo .json. Basta clicar no ícone de reticências na coleção e escolher a opção “Export”.

imagem-22O Postman é uma ferramenta muito poderosa e fácil de ser utilizada. Pode ser usada como um meio de comunicação entre equipes de times/empresas diferentes quando houver necessidade de integração de APIs e com certeza tem o potencial de facilitar a vida de muita gente!

Mais exemplos e documentação oficial: https://www.getpostman.com/docs/