Seguindo a série de metáforas, durante a organização do Maré de Agilidade, nos deparamos com vários profissionais que demos o nome de programadores “Bill Turner”. O termo vem bem a calhar com o lançamento essa semana do novo filme da série Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas.
Explico, o termo é uma analogia ao pai do personagem Will Turner (Orlando Bloom), o Bill Turner, que está preso ao navio. Nas últimas semanas lidamos com vários profissionais que estão literalmente presos (ou grudados) aos seus navios e parecem que não podem sair de lá para nada.
É impressionante como existem pessoas que passam anos sem buscar nenhum tipo de atualização profissional, seja ela participando de eventos ou cursos (como nosso caso com o Maré), seja lendo livros ou mesmo blogs relacionados a sua área. Tem pessoas que até hoje usam Visual Basic 6 ou Delphi 7 e não parecem ter nenhum interesse por novas tecnologias.
Além disso existem empresas que nem sequer estimulam qualquer atualização dos seus profissionais. Tivemos uma excelente adesão de empresas no evento – isso é assunto para outro post – mas também tivemos empresas que nem quiseram saber do que se trata. E isso também vale para Universidades, algumas não nos deram nem retorno para que fizéssemos agendamento de visitas para divulgar o evento entre os alunos.
Enfim, vamos continuar lutando contra essa postura “1.0″, como brilhantemente falou o Alê Gomes na sua palestra e esperamos que os profissionais saiam das suas tocas e participem da comunidade de desenvolvimento de software que orgulhosamente a Jera tem a oportunidade de não somente participar, mas também fomentar!
Fica a dica! Não seja um programador Bill Turner.
Update: Faltou dar os devidos créditos ao criador do termo, o descoladíssimo @JEFFMOR
